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Jamaica: um destino único

O operador turístico Newblue levou um grupo de agentes de viagens à Jamaica, dando a conhecer as zonas de Negril, Ocho Ríos e Montego Bay, e ainda um lamiré daquilo que Kingston tem para oferecer.

A Newblue, do grupo World2Meet (W2M), iniciou a sua operação jamaicana a 5 de Junho e vai ter voos entre Lisboa e Montego Bay às quartas-feiras até 1 de Outubro, num avião Airbus A330-300 com 352 lugares.

Apesar da programação ser ligeiramente diferente para a imprensa e para os agentes de viagens, devido às características das diferentes actividades profissionais, grande parte da viagem foi feita em conjunto e começou em Negril, com alojamento no Riu Negril.

As experiências começaram no dia após a chegada, com um passeio de jangada-bar até ao Booby Cay, um cayo ao largo de Negril onde fomos prendados com lagosta directamente do mar para a grelha. A visita continuou com um passeio de catamarã com paragem para snorkeling, e ainda uma visita ao famoso Rick’s Café, antes do jantar no Pushcart, para experimentar a gastronomia jamaicana.

No dia seguinte, visitámos Fort Charlotte, uma fortificação britânica que data do século XVIII, e fomos até uma aldeia indígena Rastafari, onde foi possível conhecer mais sobre esta cultura e as suas tradições, que vão muito além do consumo de marijuana. O alojamento foi no Sandals Ochi Beach Resort.

O dia mais esperado era o de Kingston onde visitámos o Bob Marley Museum, na sua antiga casa, a Galeria Nacional, onde fizemos um tour com a directora, uma sinagoga, e a oferta de street art das ruas desta cidade. O almoço foi no F&B Green.

De volta a Montego Bay, visitamos Falmouth e a sua aldeia de artesanato antes do almoço no Riu Aquarelle e a experiência “Rafting on the Martha Brae”, onde navegámos calmamente numa jangada de bambu com a sombra da luxuriante vegetação das margens deste rio. O alojamento foi no Iberostar Selection Suites.

Depois do passeio de jangada de bambu foi a vez da Chukka Goodhope Experience, durante a qual fizemos tirolesa (ou slide) de árvore em árvore, e da Glistening Water Experience, ao largo de Falmouth, que consiste na observação (participante) do fenómeno causado pelos dinoflagelados, microorganismos que emitem uma luz azulada nestas águas.

A impressão que fica da Jamaica é a de que apesar de ter praia, não é um destino de praia, e apesar de ser uma ilha caribenha com todas as características que tornam estas ilhas apelativas, não é ‘as Caraíbas’, nem é Amesterdão para experimentar psicotrópicos, apesar da herança indissociável da cultura Rastafari, que vai bem além desta prática.

A Jamaica é um país único com uma cultura muito particular e popular, que tem em Bob Marley um dos seus símbolos, e é possível saber muito mais sobre a sua história e a história do país numa visita a Kingston, mas a popularidade desta iha não se esgota com o líder dos The Wailers, até porque Usain Bolt tem uma palavra a dizer na área do desporto mundial.

Em relação a produtos locais, o café Blue Mountain é um dos destaques deste país, que também tem outro produto local de qualidade superior, o rum jamaicano que, independentemente da sua marca ou categoria, custa a ver ser misturado num cocktail. A alternativa é uma Red Stripe fresquinha.

É um destino frequentado pelo público norte-americano, habituado às características desse tipo de turista, que passa por um serviço mais formal e menos caloroso, o que em grande parte das vezes acaba por ser naturalmente ultrapassado, e pela habitual e indispensável prática da gorjeta.

Continua:

Jamaica: bar-jangada, lagosta fresca e o Rick’s Café

Jamaica: uma visita a uma Aldeia Rastafari

Jamaica: One day in Kingston? Yeah mon.

Jamaica: Do artesanato de Ocho Ríos ao rafting no Martha Brae

Jamaica: Tirolesa, rum e águas fluorescentes

O PressTUR viajou a convite da Newblue

 

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