O PressTUR viajou até Albufeira, a convite da APAL, para conhecer um pouco mais sobre a oferta menos conhecida da região, como os vinhos e a gastronomia, o seu centro histórico, e ainda a Natureza envolvente nas zonas mais interiores.
Esta visita começou com a Quinta do Canhoto, uma propriedade familiar que é responsável pela produção do Esquerdino e está actualmente a cargo de Edgar, que nos acompanhou na visita, e de sua irmã Josefina. Conhecemos também a Joana, sobrinha, que foi responsável pelo design da adega ‘subterrânea’, que tira partido desta característica para estabilizar a temperatura e a humidade no interior.
Além de conhecer as instalações e a vinha, tivemos oportunidade de experimentar os seus vinhos e almoçar, com destaque para um fresquíssimo Arjamolho, uma sopa fria ao estilo do gaspacho, e uma espécie de “pão de mar”, um pão alentejano que na verdade é algarvio, recheado com queijo e camarão e que ‘obrigatoriamente’ é comido à mão.
O Esquerdino Tinto, Branco, Rosé, a monocasta Antão Vaz e o Esquerdino Reserva fazem parte da oferta vínica da propriedade.
Para digerir este repasto a sugestão foi um passeio guiado pelo centro histórico de Albufeira, que começou na Estátua do Beato Vicente, um missionário ao Japão, que foi perseguido e executado nesse país pela prática do catolicismo, numa das centenas de histórias semelhantes ao filme de Martin Scorsese, Silence (2016).
Também passamos pela Igreja Matriz e pela Igreja de São Sebastião antes de chegarmos à marginal em frente à praia do Peneco, e ainda fomos ver as ruínas da Praça da República antes de dar por encerrado o passeio.
Dirigimo-nos para a marina onde se encontram as instalações da Easydivers, que conta com loja de equipamento de mergulho, sala de aulas, um tanque para baptismo, e ainda material para alugar. É certo que não houve praia, mas seria injusto visitar a Natureza desta região sem explorar estas formações rochosas.
Embarcamos no iate Infinity, da subsidiária Easydream Charters, que nos levou a ver as grutas da costa algarvia, na costa de Benagil, com destaque para o Algar de Benagil e a sua janela para o céu, e a quantidade de pequenos fósseis, visíveis a olho nu nas escarpas.
Afastámo-nos da costa a conselho do capitão, para desfrutar melhor da vista para o pôr-do-Sol, acompanhados de música, tábuas de petiscos, cava bem fresca e uma brisa suave, para nos despedirmos desta estrela e dizemos olá a outras que se foram tornado visíveis à medida que regressamos.

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