A Turquia recebeu em Julho 6,668 milhões de turistas residentes no estrangeiro, mais 0,7% ou mais cerca de 47,7 mil que no mês homólogo de 2019, pré-pandemia, apesar de quebras dramáticas de dois dos seus maiores emissores, a Rússia, com -28,9% ou menos 301,6 mil, e a Ucrânia, com -69,7% ou menos 159,3 mil.
Os dados publicados pelo Ministério turco do Turismo mostram que Reino Unido, Alemanha e Polónia foram os emissores que mais contribuíram para compensar essas quebras, levando a que a Turquia até tenha um aumento de turistas residentes no continente europeu em 16,4%ou 533,8 mil.
Os mesmos dados indicam que a Turquia recebeu em Julho 3,779 milhões de turistas residentes em países europeus, se
u maior emissor, com 56,7% do total de chegadas ao país em Julho.
O Reino Unido foi mesmo o emissor com o maior aumento em relação a Julho de 2019, com +28,5% ou mais 120,9 mil, à frente da Alemanha, com +10,8% ou mais 93,6 mil, Polónia, com +40,7% ou mais 63,5 mil, Estados Unidos, com +76% ou mais 59,2 mil, e Bulgária, com +20,3% ou mais 42,3 mil.
A Alemanha manteve-se, ainda assim, o maior emissor em Julho, com 962 mil turistas na Turquia, seguida pela Federação Russa, com 741,4 mil, Reino Unido, com 545,9 mil, Países Baixos, com 266 mil, Bulgária, com 250,8 mil.
Estes cinco emissores asseguraram, pois, 41,5% das chegadas de turistas estrangeiros à Turquia, com 14,4% da Alemanha, 11,1% da Rússia, 8,2% do Reino Unido, 4% dos Países Baixos e 3,8% da Bulgária.






