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TAP justifica prejuízos com custos com pessoal e efeito de sazonalidade

O Chief Financial Officer da TAP, Gonçalo Pires, justificou hoje no Parlamento os prejuízos do último trimestre de 2023 e do primeiro de 2024 com os custos com pessoal, devido aos novos acordos, e o efeito de sazonalidade.

“Obviamente que os custos com pessoal tiveram impacto” nos resultados registados, porque a companhia aérea celebrou acordos de empresa “que representam um encargo adicional”, frisou Gonçalo Pires, de acordo com uma notícia da agência Lusa citada na imprensa portuguesa (para ler no “Diário de Notícias da Madeira” clique aqui).

A TAP teve prejuízos de 71,9 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, um agravamento face ao resultado líquido negativo de 57,4 milhões registados no mesmo período do ano passado. Clique para ler: Com mais 70,5 milhões em gastos com pessoal, TAP agrava prejuízo no 1º trimestre em 25,3%.

Em 2023, a companhia aérea registou um lucro recorde de 177,3 milhões de euros, apesar do prejuízo de 26,2 milhões no último trimestre desse ano.

Hoje no Parlamento, o CFO da companhia aérea sublinhou ainda que os resultados contaram também com “um efeito de sazonalidade” do negócio.

Ainda assim, Gonçalo Pires frisou que a TAP está a viver “um momento histórico”, pois os resultados de 2023 “são históricos”. E acrescentou que o plano de reestruturação apenas apontava para resultados positivos em 2024.

O CEO da TAP, Luís Rodrigues, também será ouvido hoje na Comissão de Economia, Obras Públicas e Habitação.

A notícia da agência Lusa recorda que os novos acordos de empresa foram negociados com todos os sindicatos representativos dos trabalhadores da companhia, após os antigos terem sido denunciados para que pudessem entrar em vigor os acordos temporários de emergência, que permitiram a aplicação de cortes salariais, no âmbito do auxílio de Estado e do plano de reestruturação, no seguimento das dificuldades causadas pela pandemia de covid-19.

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