A AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, ganhou a gestão do Aeroporto de Congonhas, segundo maior aeroporto brasileiro, localizado em São Paulo, e ainda outros dez aeroportos nos estados de Mato Grosso do Sul, Pará, e Minas Gerais.
Uma informação da autoridade aeronáutica brasileira ANAC indica que o investimento da AENA Desarrollo Internacional no mais recente leilão da gestão de aeroportos brasileiros ascendeu a 2,45 mil milhões de reais (aproximadamente 468 milhões de euros), “com ágio de 231,02% em relação ao lance mínimo inicial de 740,1 milhões de reais”.
Além desse montante a AENA assumiu o compromisso de investir 1.639 milhões de reais (cerca de 312 milhões de euros) e a AENA acrescenta que os seus estudos indicam que prevê investir 5.000 milhões de reais (a preços constantes de 2020), 73% dos quais até 2028.
Com este leilão, a AENA acrescentou os aeroportos de Congonhas, Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, Santarém, Marabá, Parauapebas e Altamira, no Pará, Uberlândia, Uberaba e Montes Claros, em Minas Gerais, ao sei portefólio de aeroportos brasileiros sob sua gestão, que inclui os aeroportos de Recife, Maceió, João Pessoa, Aracajú, Juazeiro do Norte e Campina Grande.
A AENA salientou em comunicado que os 11 aeroportos brasileiros que ficarão sob sua gestão por 30 anos, concentravam 12% do tráfego aéreo no Brasil em 2019 e realçava que nesse ano Congonhas somou 22,8 milhões de passageiros.





