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Châteaux-break no Val de Loire: Villandry

A Transavia e o Turismo de Touraine levaram o PressTUR a conhecer o Val de Loire num “city break” que passou por quatro châteaux, que durante este período festivo contam com instalações alusivas ao Natal, como em Villandry.

A viagem começou com um voo da Transavia entre Lisboa e Paris, com saída pelas 9h45 e chegada a Orly por volta das 13h20, a partir de onde seguimos por estrada até Montparnasse para embarcar no TGV das 16h46 para Tours, descendo na estação de Saint Pierre de Corps.

Fomos recebidos por Marieke Gourdin, directora de relações com os media do Turismo de Touraine, que nos acompanhou até ao Château D’Artigny, onde ficámos hospedados e tivemos o privilégio de jantar. É um grande edifício, com salas e quartos impressionantes e uma decoração particular.

Na manhã do dia seguinte começou o nosso city break natalício no país dos châteaux, e Villandry foi o primeiro da agenda, depois da introdução no hotel Chateau D’Artagny. O que salta à vista, à chegada, é a vastidão dos jardins de Villandry, que contam com um dos poucos courts de ténis relvados em França.

O castelo em si é imponente, mas está ornamentado e perfeitamente enquadrado com os jardins e o vale. É um convite a explorar. E tivemos oportunidade de apreciar os seus espaços interiores, grande parte deles decorado com temática natalícia e apontamentos de Natureza desenvolvidos em papier-maché.

Os jardins convidam a longos passeios, e a observar a sua simetria com apontamentos que a rompem, sejam as cores das plantas, flores ou até legumes, ou a disposição dos padrões nas quais foram plantadas.

O Château de Villandry sempre foi muito conhecido pelos seus jardins, que só encerram no dia de Natal, mas durante a época natalícia, o destaque vai para a instalação de Natal que decora grande parte dos seus espaços.

Estas instalações, resultado da primeira colaboração com Véronique Chauvet, especialista em papier-mâché, estão subordinadas ao tema da Natureza, como se de uma extensão da Natureza presente nos jardins se tratasse.

Este château é considerado o último a ser construído durante o Renascimento, a cargo de Jean Breton, que transformou uma fortaleza num elegante castelo no seguimento das campanhas de Francisco I em Itália. No seu interior encontram-se uma série de objectos, mobília, e obras de arte.

Estas campanhas militares, entre o século XV e XVI, influenciaram os franceses em termos de arquitectura, pintura, escultura, decoração, entre outras artes, e a corte francesa tinha como objectivo elevar a sua reputação.

Em 1532, Jean Breton tomou posse da fortaleza de Colombiers e transformou-a, para anos mais tarde, em 1639, ser renomeada Château de Villandry.

A transformação desta fortaleza inclui alguns apontamentos descritos no site da gestão deste monumento, como a introdução de uma terceira ala, por Jean Breton, de forma a criar uma espécie de simetria com três edifícios em forma de U que oferecem vista para o vale.

Esta arquitectura elaborada nos seus adornos e apontamentos tirou partido da antiga estrutura da fortaleza e proporcionou acabamentos que privilegiam a estética em detrimento de funções defensivas, com vários elementos simétricos e pontos que rompem com a monotonia dessa simetria.

O site da gestão do castelo indica que o seu estilo arquitectónico precede o de Château D’Anet e o Château de Fontainebleau naquele que é conhecido como o estilo de Henrique IV.

O propósito deste design é proporcionar bem-estar físico e intelectual aos seus ocupantes, um princípio teorizado por Leon Battista Alberti, que deve contar com sete elementos, um riacho, sombra, uma brisa suave, plantas, árvores e frutos.

Com a aquisição de Joachim Carvallo, os jardins de Villandry voltaram a ser um dos destaques, tendo projectado uma síntese de uma série de estilos de jardins, sejam medievais, da época do Renascimento, franceses, entre outros. Actualmente todos os jardins são orgânicos e preservados sem recurso a qualquer tipo de pesticidas.

Depois de um passeio pelos jardins, pela exposição e pelas salas deste monumento chegou o momento de almoçar à francesa na Table du Prieuré, em Louroux, numa refeição que começou com um carpaccio de viera e terminou com uma sobremesa alusiva a um éclair, antes de seguirmos para Loches.

Marieke Gourdin, directora de relação com os media, Turismo de Touraine ; Olivier Chable, director de comunicação, promoção e relação com os media, Turismo de Loches

O PressTUR viajou a convite da Transavia

Continua:

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Saiba mais no site do Turismo de Touraine e da Transavia.

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