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Châteaux-break no Val de Loire: Chenonceau

O Châteaux de Chenonceau é o destaque da terceira parte desta viagem à descoberta dos castelos do Val de Loire, embelezados nesta altura do ano com elaboradas decorações natalícias.

A chegada a Chenonceau, de manhã cedo, foi mágica. A sua vegetação cuidadosamente alinhada guia-nos para o impressionante Château, que se revela à medida que nos aproximamos e a neblina da manhã assim o permite.

Este monumento começou por ser um castelo no século XII, do qual apenas sobra a masmorra, mas entre 1513 e 1517, Thomas Bohier e a sua esposa, Chaterine Briçonnet, construíram a estrutura actual.

A história de Chenonceau conta-nos que a Rainha Catarina de Medici, viúva de Henrique II, reinou a partir do seu escritório neste local. Jean-Jaques Rousseau também viveu aqui, tendo sido secretário de Louise Dupin, a primeira mulher a delinear um Código dos Direitos das Mulheres.

Durante a Primeira Grande Guerra, este monumento foi utilizado como hospital militar, com Gaston Menier a suportar os custos, enquanto que durante a Segunda Guerra Mundial, a galeria era o único local de acesso à zona livre e a família Menier ajudou várias pessoas a fugir aos nazis.

A propriedade conta com uma série de jardins, o desenhado por Diane de Poitiers, ao estilo do Renascimento, que hoje em dia continua semelhante, mas com layout de Achille Duchêne; o jardim de Catarina de Medici, com rosas e lavanda e vista para o lago e o parque; o jardim Verde, desenhado por Lord Seymour em 1825 para a Condessa de Villeneuve, ao estilo inglês; e, finalmente, o Labirinto, que acaba por ser um jardim em forma de labirinto ao estilo italiano encomendado por Catarina de Medici.

O Jardim de Flores, um dos destaques, consiste em 12 quadrados rodeados por macieiras e rosas, que cobrem mais de um hectare, e é aqui que são plantadas as flores para os famosos arranjos florais pelos quais o château é conhecido.

No Natal, com uma antecedência de três meses, são preparados arranjos alusivos à temática do Natal, sempre com um toque diferente.

Muito discreta, a cave de vinhos do castelo, que data do século XVI, acolhe a Caves des Dômes, o local ideal para a prova de vinhos na qual tivemos oportunidade de participar e experimentar três vinhos da adega do Château de Chenonceau. O espaço tem capacidade para 40 pessoas.

O almoço foi no elegante L’Orangerie, um acolhedor restaurante com imensa luz natural e com vista para os jardins.

 

O PressTUR viajou a convite da Transavia

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Saiba mais no site do Turismo de Touraine e da Transavia.

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