O CEO da Ryanair, Michael O’Leary, revelou hoje em Lisboa que enviou ao Governo português, há cerca de um mês, um plano para duplicar o número de passageiros transportados de/para Portugal, atingindo 27 milhões.
Para concretizar este plano até 2030, Michael O’Leary diz necessitar de um aumento de capacidade em Lisboa e um esquema de incentivos do Estado para redução das taxas aeroportuárias.
O plano de crescimento significa operar mais de 320 rotas e acrescentar 16 aviões às suas operações em Portugal.
Este ano, a Ryanair tem 27 aviões baseados em Portugal (12 no Porto, quatro em Lisboa, 10 em Faro e um no Funchal), e opera 172 rotas (77 de/para Porto, 40 de/para Lisboa, 49 de/para Faro, sete de/para Funchal, quatro de/para Ponta Delgada e duas de/para Terceira).
A previsão de transporte de passageiros de/para Portugal da Ryanair este ano mantém-se nos 13,5 milhões, como em 2023, com 5,6 milhões de passageiros no Porto, 3,8 milhões em Lisboa, 3,6 milhões em Faro, 300 mil no Funchal, 100 mil em Ponta Delgada e 100 mil na Terceira.
O CEO da Ryanair atribui esta estagnação a uma “limitação artificial” de capacidade em Lisboa e ao aumento das taxas aeroportuárias imposto pela ANA Aeroportos/Vinci em todos os aeroportos portugueses, como já havia defendido no final de 2023 (clique para ler: CEO da Ryanair culpa Governo e ANAC pela redução dos seus voos em Portugal / ANA responde à Ryanair: “taxas médias para 2024 são inferiores às de 2019”).
Além de revelar que a companhia aérea deverá transportar este ano o mesmo número de passageiros de/para Portugal que em 2023, o executivo revelou que o fará a preços “cerca de 5%” mais baixos nos meses de Verão. Clique para ler: Ryanair deverá perder receitas em Portugal, por descida de preços no Verão
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