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Turismo de Portugal anuncia apoios para empresas e territórios afectados pelos incêndios

O Turismo de Portugal anunciou novas linhas de financiamento para empresas e entidades públicas afectadas pelos incêndios este Verão, com uma dotação global de 10 milhões de euros.

Em comunicado, o instituto indica que criou uma linha de apoio à tesouraria das empresas turísticas afectadas pelos incêndios, para responder “às necessidades de tesouraria das empresas turísticas com actividade nos concelhos afectados”.

Além do apoio à tesouraria das empresas, o Turismo de Portugal criou um “aviso específico no âmbito do Programa Transformar Turismo, intitulado Regenerar e Valorizar Territórios – Incêndios 2022”, com o objectivo de “apoiar o desenvolvimento de produtos turísticos endógenos bem como de acções de prevenção e mitigação do potencial de risco em espaços de vocação turística, de modo a tornar o território mais resiliente e regenerar e revitalizar os ecossistemas e as comunidades de que depende a atividade turística”.

As empresas e entidades públicas interessadas poderão candidatar-se, ainda no decorrer do mês de Outubro, através da plataforma SGPI. Para aceder clique aqui.

Os apoios foram anunciados ontem em Manteigas, num evento que contou com a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços e o presidente do Turismo de Portugal.

Além dos apoios, o Turismo de Portugal também lançou uma nova campanha de promoção das Aldeias e Vilas de Portugal.

Citada no comunicado, a secretária de Estado Rita Marques afirmou que assim “renovou o seu compromisso para com os destinos e as regiões mais afectadas pelo flagelo dos incêndios”, cumprindo “a promessa de lançar uma campanha promocional para atrair os turistas nacionais e espanhóis a visitar estes destinos” e novas “linhas de financiamento no montante de 10M€ para apoiar as empresas e as entidades que atuam nestes territórios”.

Já o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, sublinhou que “o turismo é uma alavanca para o desenvolvimento regional, contribuindo para a dinamização económica e social harmoniosa do país”, e destacou que as Aldeias e Vilas de Portugal “concentram um enorme capital cultural capaz de proporcionar experiências únicas e tão procuradas atualmente”.

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