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TAP prevê operar um terço dos voos na greve geral. Maioria dos passageiros aceitou alterações

A TAP tem programados 66 voos de serviços mínimos devido à greve geral de 11 de Dezembro, mas ainda pode haver alterações. Luís Rodrigues, CEO, prevê que a companhia fará um terço da operação normal e indica que a maioria dos clientes já alterou os seus voos para antes ou depois da greve.

“Um dia normal, nesta altura do ano, tem cerca de 250 a 260 voos”, indicou Luís Rodrigues aos jornalistas esta terça-feira. “Não tenho a contabilidade exacta dos serviços mínimos, porque eles estão a ser alterados com pormenores que têm a ver com o horário do aeroporto, por causa do ruído, e por causa dos slots que vêm dos aeroportos de fora, mas eu diria que um terço da operação far-se-á”.

Questionado sobre o impacto da greve nas contas da companhia aérea, o CEO respondeu que “essa contabilidade não está feita”. A sua preocupação é “garantir que a operação que vai ocorrer na quinta-feira, que foi acordada com os sindicatos, corra da melhor maneira possível”.

Para minimizar os impactos da greve, a companhia contactou os seus clientes com voos marcados para 11 de Dezembro e propôs a alteração da data para antes ou depois desse dia. A maioria dos clientes contactados aceitou alterar os seus voos. “Na generalidade, não lhes faz muita diferença se voam no dia antes ou no dia depois. Querem ir e é isso que nós tentamos assegurar”.

No site da TAP estão listados 66 voos de serviços mínimos, incluindo um voo do Porto para São Paulo e 17 voos de Lisboa (para Rio de Janeiro, São Paulo, Newark, Boston, Paris, Frankfurt, Bruxelas, Luxemburgo, Zurique, Londres, Bissau, Cidade da Praia, Funchal, Terceira e Ponta Delgada).

Com destino a Portugal, a TAP prevê 48 voos de serviços mínimos, incluindo um voo de Paris Orly para o Porto e 47 voos para Lisboa (de Paris, Frankfurt, Bruxelas, Luxemburgo, Londres, Praia, Funchal, Terceira, Ponta Delgada, Accra, Newark, Boston, Brasília, Belo Horizonte, Chicago, Fortaleza, Montreal, Natal, Rio de Janeiro, São Francisco, Florianópolis, Miami, São Paulo, Dakar, Sal, Málaga, Sevilha, Valência, Toulouse, Dublin, Marselha, Nice, Munique, Copenhaga, Amesterdão, Ponta Delgada, Belém, Manaus e Luanda).

Perspectivas para 2026

O CEO da TAP prevê que 2026 poderá ser “um ano de crescimento”, apesar do “ambiente global, geopolítico, cada vez mais complexo”.

“Com base naquilo que temos sentido nos últimos meses, queremos acreditar que, à medida que a poeira vai assentando, as pessoas vão querer continuar a viajar”, afirmou Luís Rodrigues.

O executivo perspectiva que a companhia aérea, “dentro do modesto crescimento” que consegue ter, “dadas as limitações do aeroporto e as limitações de frota, [vai] conseguir continuar mais um ano de crescimento”.

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