Os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal alcançaram no final de Outubro os 5.969 milhões de euros de receitas totais, com aumento médio em 10,6% em relação ao ano passado.
Os dados divulgados hoje pelo INE mostram que os proveitos de aposento alcançaram os 4.619 milhões de euros de Janeiro a Outubro, com um crescimento de 10,7% em relação ao período homólogo do ano passado.
O crescimento das receitas foi impulsionado pelo aumento das dormidas em 3,7%, para 71,1 milhões, e pela subida do preço pago por quarto (ADR) em 6,5%, para 123,5 euros.
Em média, os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal arrecadaram 74,2 euros por quarto disponível (RevPAR), mais 6,7% que no ano passado.
Os dados até Outubro mostram que o alojamento turístico recebeu 27,6 milhões de hóspedes, mais 4,7% que há um ano, incluindo 10,3 milhões de residentes em Portugal (+2,4%) e 17,2 milhões de residentes no estrangeiro (+6,1%).
A estada média fixou-se em 2,58 noites, menos 0,9 noites que no período homólogo de 2023, enquanto a taxa de ocupação alcançou 60,1%, o que corresponde a uma estagnação (+0,1 pontos percentuais).
As dormidas de residentes no estrangeiro foram as que mais cresceram de Janeiro a Outubro, em 4,8%, para 50,5 milhões, mas as pernoitas dos residentes em Portugal também tiveram uma evolução positiva, em 1,2%, para 20,7 milhões.
No mês de Outubro, as receitas do alojamento turístico em Portugal atingiram os 644,1 milhões de euros, mais 9,9% que no mês homólogo do ano passado.
Os proveitos de aposento subiram 10,7%, para 490,2 milhões de euros, graças aos aumentos de dormidas em 2,5%, para 7,6 milhões, e do preço por quarto (ADR) em 6,3%, para 118,5 euros.
A receita média por quarto disponível (RevPAR) cresceu 7,6 euros, para 74,9 euros, com uma subida da taxa de ocupação em 0,7 pontos percentuais, para 63,2%, e uma quebra da estada média em 1,2 noites, para 2,54 noites.
Os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal somaram em Outubro 2,981 milhões de hóspedes (+3,8%), incluindo um milhão de residentes em Portugal (+3,3%) e 1,973 milhões de estrangeiros (+4%).
O maior aumento nas dormidas foi dos residentes no estrangeiro, em 3%, para 5,710 milhões, enquanto os portugueses aumentaram as dormidas em 1,2%, para 1,859 milhões.
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