A construtora Boeing vai pagar cerca de 148 milhões de euros à Alaska Air devido a perdas relacionadas com um painel que se soltou de um 737 MAX 9 em pleno voo.
As entidades reguladoras impediram os 200 Boeing 737 MAX 9 da Alaska Air de voar, devido ao incidente durante o qual o painel de um avião se soltou em pleno voo, o que limitou a sua capacidade de gerar receitas devido aos milhares de voos cancelados.
Aquando do acidente, a Alaska indicou que esperava um impacto de cerca de 138 milhões de euros, mas já foi citada pela BBC indicando que os meses de Fevereiro e Março tiveram resultados acima das expectativas delineadas antes de os aviões serem impedidos de voar.
A 5 de Janeiro de 2024, um painel de porta de um 737 MAX 9 da Alaska Air, que fazia a ligação entre Oregon e a California, soltou-se em pleno voo, gerando uma situação de emergência que se resolvou sem feridos graves. A entidade norte-americana responsável pela segurança nos transportes concluiu que quatro parafusos utilizados para prender o painel não estavam bem apertados.
A BBC indica ainda que os representantes jurídicos dos passageiros do voo da Alaska, por Daniel Laurence da Stritmatter Firm, criticaram a atitude da Boeing, afirmando que a construtora acha mais importante compensar quem tem interesses corporativos do que a quem quase perdeu a vida.
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