A Itália, à semelhança da Espanha e contrariamente à passividade do executivo português, rejeitou que os EUA utilizassem a base de Sigonella para os ataques dos EUA e de Israel ao Irão.
De acordo com a imprensa internacional, o ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, impediu a utilização da base de Sigonella a aeronaves com um plano de voo rumo à zona do Oeste asiático.
A imprensa internacional cita o La Repubblica, que indica que ninguém tinha pedido autorização para utilizar a base nem tinha consultado líderes militares italianos, sendo que Itália só se apercebeu dos planos de voo quando os aviões já estavam no ar.
Ao verificar que os aviões não eram comerciais ou de carga, os italianos perceberam que estes não eram abrangidos pelo acordo entre os EUA e Itália.
Giorgia Meloni, conservadora eleita primeira-ministra italiana, em entrevista à RTL no mês de Março reiterou que o país não está em guerra nem entrar em guerra.
Voltando a Crosetto, a publicação Politico afirmou que o ministro da Defesa indicou, em debate parlamentar, que o ataque ao Irão certamente ocorreu em violação das leis do direito internacional.
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