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Grupo Lufthansa já está com mais de 90% das reservas até ao fim do ano que tinha pré-pandemia

O Grupo Lufthansa, um dos interessados na privatização da TAP, informou hoje que dada a evolução da procura de transporte aéreo já conta actualmente com mais de 90% das reservas até ao fim do ano que tinha no período homólogo de 2019, pré-pandemia.

O grupo alemão anuncia que, assim, vai prosseguir com os planos de expansão da oferta que, porém, ainda não está ao nível de 2019, prevendo que se situe em cerca de 88% no trimestre em curso, que é o ‘pico’ da estação alta no Hemisfério Norte.

Adicionalmente, o grupo que já contabilizou uma subida média do yield (preço médio pago pelos passageiros por quilómetro voado) em 13% no primeiro semestre, avançou que espera nova “ligeira subida” do yield em relação ao ano passado, especificando que para este terceiro trimestre antecipa mesmo ultrapassar o nível pré-pandemia e atingir um resultado operacional excluindo excepcionais (EBIT ajustado) superior aos 1,3 mil milhões de euros que teve em 2019.

De facto, o grupo enfatiza a sua previsão de manutenção de procura elevada no resto do ano “especialmente nas classes [tarifas] premium”, assente “principalmente” nos viajantes particulares, enquanto para as viagens de negócios, tradicionalmente ‘espinha dorsal’ dos proveitos das companhias de rede e designadamente da Luftthansa, a sua previsão é de continuação da recuperação, mas chegando no fim do ano a apenas 70% do nível pré-pandemia.

O grupo assinala, aliás, que a sua previsão para o tráfego também inclui ‘ventos contrários’ por instabilidade no sector da aviação, designadamente por greves de controladores, mas ainda assim especificou que para este ano já avança com uma previsão de lucro operacional ajustado de 2,6 mil milhões de euros, quando em 2022 tivera 1,5 mil milhões.

“O resultado é assim esperado que seja um dos três melhores da história do Grupo Lufthansa”, sublinha um comunicado, que também enfatiza que este ano será “um importante passo no sentido de atingir os objectivos financeiros que estabeleceu para 2024”, designadamente uma margem EBIT ajustado de “pelo menos 8%” e um retorno ajustado do capital empregue (ROCE ajustado) superior a 10%.

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