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Amadeus atesta aceleração da recuperação da indústria das viagens

O Amadeus, companhia pela qual passa grande parte do negócio das viagens, designadamente da aviação, declarou que o seu segundo trimestre deste ano evidenciou uma aceleração da recuperação das quebras provocadas pela pandemia de covid-19.

As reservas de aviação por agências de viagens chegaram a 75,2% do período homólogo de 2019, pré-pandemia, encurtando a distância em 18,8 pontos face ao primeiro trimestre, e o número de passageiros embarcados com a sua solução Altéa encurtou em 17,1 pontos, ficando em 77,7% do nível de 2019.

A companhia, liderada pelo espanhol Luis Maroto, informou os mercados que dessa forma as suas receitas elevaram-se no trimestre a 1.182,6 milhões de euros, que equivale a 83,2% do montante do período homólogo de 2019, reflectindo a reanimação do negócio, aumento das receitas unitárias e ganhos de quota de mercado.

O Amadeus salientou ter tido aumentos de proveitos em todas as regiões em que desenvolve o seu negócio, especialmente na Ásia e Pacífico e Europa Ocidental, que era tradicionalmente a sua mais forte, mas foi ultrapassada pela América do Norte onde no primeiro semestre teve 33,5% do total de reservas de agências processadas, que compara com 21% no período homólogo de 2019.

Esse ganho de quota foi ‘à custa’ principalmente da Europa Ocidental, que passou de 33,9% em 2019 para 27,9% este ano, e Ásia e Pacífico, que baixou de 17,8% para 10,7%, e, em menor medida, mercados da Europa Central e do Leste, que tiveram uma descida de 8,7% para 7,5%.

Além da América do Norte ganharam relevância no negócio de processamento de reservas do Amadeus a região Médio Oriente e África, com uma subida de 11,8% para 13%, e América Latina, com subida de 6,8% para 7,5%.

O negócio do processamento de reservas aéreas de agências de viagens rendeu 591,8 milhões de euros ao Amadeus no primeiro trimestre, menos 21,1% que no período homólogo de 2019, e 1.547,6 milhões no conjunto dos primeiros seis meses, abaixo do período homólogo de 2019 em 31,9%, com esse aumento a dever-se também à receitas por reserva, que aumentou 4,9% no segundo trimestre, para 5,42 euros, e 2,7% no semestre, para 5,17 euros.

O negócio da gestão de passageiros aéreos, por sua vez, gerou 396,7 milhões de euros no segundo trimestre e 660,7 milhões no primeiro semestre, em quebra de 22,3% no primeiro caso e 30,2% no segundo.

O grupo declarou assim 2.099,7 milhões de euros de proveitos no primeiro semestre, 25,7% abaixo do período homólogo de 2019, e 318,5 milhões de euros de lucros, contando com 200,9 milhões de reservas aéreas de agências de viagens processadas e 660,7 milhões de passageiros embarcados com as suas soluções para aviação e ainda 347,1 milhões de euros de receitas da área Hospitality e outras soluções.

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