O alojamento turístico português nunca teve um primeiro trimestre do ano com tantos hóspedes e dormidas, registando novos máximos de pernoitas de 11 emissores, mas também com dissabores de alguns mercados importantes.
Os estabelecimentos podem comemorar terem superado, pela primeira vez, os cinco milhões de hóspedes em época baixa, com novos máximos tanto de turistas residentes em Portugal, com 2,29 milhões, quanto de turistas residentes no estrangeiro, que foram 2,86 milhões.
E também em dormidas o primeiro trimestre de 2023 foi para o alojamento turístico um período de novos máximos, com recordes tanto do mercado doméstico, com quatro milhões de pernoitas, como dos mercados internacionais, com 8,54 milhões.
E essa evolução decorre de novos recordes de dormidas num primeiro trimestre de onze mercados emissores, designadamente do Reino Unido, tradicionalmente nº1, com 1,4 milhões, bem como Espanha, com 823,6 mil, França, com 707,7 mil, Estados Unidos, com 599,9 mil, Irlanda, com 198,2 mil, Itália, com 351,4 mil, Bélgica, com 142,2 mil, Polónia, com 221,6 mil, Canadá, com 260,6 mil, Suíça, com, 134,6 mil, e Áustria, com 73,2 mil, a que acresce o conjunto dos restantes emissores, com 1,23 milhões.
Mas o primeiro trimestre não foi só ‘alegria’, pois alguns emissores relevantes tiveram evoluções negativas, como foram os casos da Alemanha, tradicionalmente segundo maior emissor, com decréscimo em 2%, para 1,05 milhões, Brasil, que já foi o maior mercado intercontinental, e que, apesar do crescimento da TAP no mercado brasileiro, teve um decréscimo de dormidas em 4,2%, para 545,4 mil.
Os outros casos mais relevantes foram os países nórdicos, com quebras das dormidas de residentes na Dinamarca, em 15,3%, para 132,2 mil, na Suécia, em 28,8%, para 133,4 mil, e na Finlândia, em 0,4%, para 101,4 mil.




