Há mais dez restaurantes com uma estrela Michelin em Portugal, o que aumenta para 44 o total de estabelecimentos distinguidos nesta categoria, e um com duas, o Fifty Seconds, em Lisboa.
O evento de atribuição das estrelas Michelin decorreu no hotel Savoy Palace na Madeira.
A oferta de restaurantes com duas estrelas Michelin em Portugal subiu para nove estabelecimentos, mais um que em 2025, o Fifty Seconds, localizado na Torre Vasco da Gama, em Lisboa, com liderança do chef Rui Silvestre.
Os dez restaurantes que ganharam a sua primeira estrela Michelin este ano são os seguintes:
A Cozinha do Paço, Évora
Alameda, Faro
dop, Porto
Éon, Porto
Gastro by Elemento, Porto
In Diferente, Porto
Kappo, Cascais
Largo do Paço, Amarante
MAPA, Montemor-o-Novo
Schistó, Peso da Régua
O guia também distinguiu com o Bib Gourmand, atribuído pela melhor relação qualidade/preço, a mais dois restaurantes em Portugal: o Mesa15, em Leiria, e a Taberna Sakra, em Alverca do Ribatejo. No total, existem 36 restaurantes distinguidos com o Bib Gourmand em Portugal.
Outro reconhecimendo destacado é a Estrela Verde, que distingue o compromisso com uma gastronomia consciente, que em Portugal conta com sete estabelecimentos. Este ano, A Cozinha do Paço, em Évora, recebeu a Estrela Verde, “tanto pelo seu enraizamento no Alentejo, como pela recuperação de ingredientes esquecidos da região, promovendo sempre práticas agrícolas adaptadas a uma cozinha de memória, que tem o rico mundo vitivinícola local como ponto de partida”, de acordo com um comunicado.
Citado na nota de imprensa, o director internacional do Guia Michelin, Gwendal Poullennec, afirmou que “o panorama gastronómico português vive um momento de efervescência, pois os chefs consolidados abrem novos restaurantes, mais informais, e o sector hoteleiro está a apostar, firmemente, na gastronomia enquanto um eixo fundamental da sua oferta de fidelização”.
“Por outro lado, assistimos a um maravilhoso equilíbrio entre a cozinha moderna, ou mais inovadora, e o respeito pelo receituário tradicional, tomando, em ambos os casos, como referência um produto local de inequívoca excelência”, acrescentou o director internacional do Guia Michelin.
O guia também acrescentou 34 estabelecimetnos à lista de restaurantes recomendados, que subiu para um total de 131.
O comunicado destaca que “existem interessantes propostas a cargo de chefs de prestígio (Atrevo no Porto, BROTO em Lisboa, Maré – José Avillez em Cascais…)”.
A nota de imprensa também destaca “a quantidade de restaurantes que abriram em hotéis (1638 Restaurant by Nacho Manzano em Vila Nova de Gaia, Bistrô Severo no Porto, Cozinha das Flores no Porto, Cozinha do Douro em Lamego, JNĉQUOI Fish, JNĉQUOI Table e Santa Joana em Lisboa…), o que demonstra o interesse pela gastronomia enquanto parte fundamental da indústria hoteleira para atrair e fidelizar clientes”.
Por outro lado, “sendo maoritária a presença de estabelecimentos com cozinhas modernas de raízes lusas, continuam a ganhar relevância os restaurantes de fusão (como o DUOO Gastro Theatre em Portimão, ou o Salta em Lisboa), e os que apostam nos sabores e técnicas próprios da cultura nipónica (o Izakaya Japanese Cuisine no Porto, tanto o MITSU como o Omakase Wa em Lisboa, e, por fim, o Pearl em Faro)”, acrescenta o comunicado.
O guia atribuiu ainda mais quatro prémios especiais:
Jovem Chef – Entregue pela Makro – chef Francisco Quintas, Largo do Paço (Amarante)
Serviço – Entregue pela Michelin – Adácio Ribeiro, Vila Foz (Porto)
Sommelier – Entregue pela Sogrape – Carlos Monteiro, Casa de Chá da Boa Nova (Leça da Palmeira)
Abertura o Ano – Entregue pela Michelin – JNĉQUOI Table (Lisboa)
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