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RevPAR e preço médio no alojamento turístico em Portugal baixam em Novembro

O alojamento turístico em Portugal registou, em Novembro, quebras na receita média por quarto disponível (RevPAR) e no preço médio por quarto ocupado (ADR), sobretudo nas regiões da Grande Lisboa e Norte.

“Estes indicadores voltaram a apresentar decréscimos pela segunda vez em 2025, depois das reduções observadas em Março, então influenciados pelo efeito de calendário associado ao período de Páscoa”, indicou hoje o INE.

Os dados divulgados hoje pelo instituto mostram que, em Novembro, a RevPAR baixou 2,2%, para 47,1 euros.

A maior descida da receita média por quarto disponível verificou-se na Grande Lisboa (-8,8%), onde o indicador, ainda assim, é o mais elevado do país (86,9 euros).

Outras descidas da RevPAR verificaram-se na região Norte, em 3%, para 39,2 euros, na Península de Setúbal (-4,1%, para 34,4 euros), nos Açores (-5,1%, para 25 euros) e no Centro (-1,2%, para 27 euros).

Os estabelecimentos de alojamento turístico da Madeira registaram o maior aumento de RevPAR, em 10,4%, para 78,1 euros, seguidos pelas unidades do Algarve (+7,1%, para 27,4 euros) e do Alentejo (+7,1%, para 29,1 euros).

No preço médio por quarto ocupado (ADR), o alojamento turístico português registou uma quebra de 0,1%, para 97,8 euros, com a maior descida a ocorrer na Grande Lisboa (-6,4%), onde o indicador é o mais elevado do país (129,7 euros).

Outras quebras de preço médio ocorreram no Norte (-1,7%, para 85,8 euros) e na Península de Setúbal (-0,7%, para 71 euros).

A Madeira registou o maior crescimento do preço médio por quarto ocupado, em 11,6%, para 106,7 euros em Novembro, seguida pelo Algarve (+9,2%, para 75 euros) e Alentejo (+4,5%, para 85,6 euros).

O desempenho de Novembro reflecte sobretudo uma descida na taxa média de ocupação, que baixou 1 ponto percentual, para 48,2%, com quebras de 2,5 p.p. nos Açores (36,9%); de 1,7 p.p. na Grande Lisboa (67%) e na Península de Setúbal (48,5%); de 1,6 p.p. no Centro (34,7%); de 0,8 p.p. na Madeira (73,2%); de 0,7 p.p. no Algarve (36,6%); e de 0,6 p.p. no Norte (45,7%). As únicas subidas de taxa de ocupação verificaram-se no Alentejo (0,8 p.p., para 34%) e no Oeste e Vale do Tejo (0,8 p.p., para 38,4%).

A estada média manteve-se estável em 2,32 noites.

Ainda assim, os proveitos totais dos estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal aumentaram 2,1% ou 7,9 milhões de euros, alcançando os 393,5 milhões de euros em Novembro.

As únicas descidas de proveitos, em Novembro, ocorreram nos estabelecimentos da Grande Lisboa (-4,3%), que mesmo assim foram os que facturaram o maior montante do mês (145,2 milhões de euros); e no Centro (-0,6%, para 27,8 milhões).

Os maiores aumentos de proveitos totais verificaram-se no Algarve (+12,5%, para 56 milhões de euros) e na Madeira (+10,6%, para 60,5 milhões).

Os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal receberam 2,182 milhões de hóspedes em Novembro (+0,8%), incluindo 952,8 mil residentes em Portugal (+0,9%) e 1,229 milhões de não residentes (+0,8%).

O INE registou 5,060 milhões de dormidas (+1%) em Novembro, incluindo 1,660 milhões de dormidas de portugueses (+1,4%) e 3,400 milhões de dormidas de estrangeiros (+0,8%).

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