Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, a partir de amanhã, 23 de Maio, vão fazer uma greve de 30 dias às horas suplementares e aos eventos especiais, exigindo também a reposição imediata dos efectivos em falta.
A greve tem início amanhã, sexta-feira, 23 de Maio, e prevê-se o seu impacto no quotidiano dos cidadãos e na actividade turística da capital portuguesa, particularmente na final da Liga dos Campeões feminina, no Sábado no Estádio de Alvalade, e nas festividades dos Santos Populares, que culminam a 13 de Junho.
Sara Gligó, da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans), citada pela imprensa portuguesa, indicou à Agência Lusa, que esta greve de 30 dias é renovável por igual período. A luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa é pelo aumento do subsídio de almoço e pela redução para as 35 horas de trabalho semanal.
Gligó afirmou que os trabalhadores “não servem só para os eventos especiais”, ao contrário da empresa que “vive apenas para os eventos”, e que estes exigem a reposição imediata dos efectivos em falta porque, apesar de nos planos de actividades e orçamentos a empresa pedir trabalhadores, o Governo não corresponde.
“A empresa tem falta de efectivos e por isso precisa de recorrer a trabalho suplementar” afirmou Gligó, explicando que durante o período de greve “possivelmente, teremos tempos de espera superiores e atrasos na manutenção das composições. Tudo depende da empresa. Os sindicatos estão sempre disponíveis para negociar”.
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