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M’Ar de Ar Auria: Do cliente de city break ao cliente de negócios

O 3-estrelas M’Ar de Ar Auria, entre o Saldanha e a Almirante Reis, em Lisboa, recebe hóspedes em city breaks por Lisboa e, devido à localização, clientes de negócios, destacou Rita Brito, administradora do grupo.

O PressTUR foi conversar com Rita Brito, administradora e brand manager do grupo M’Ar de Ar, que afirmou que os hóspedes do M’Ar de Ar Auria são de “faixas etárias muito diferentes, pessoas que vêm conhecer Lisboa em city breaks”.

A crescente dinamização de eventos, concertos e conferências na capital portuguesa contribui para a presença deste tipo de público. Rita Brito comparou o panorama actual com o da falta de dinamização que acontecia nos primeiros tempos do hostel do grupo, inaugurado em 2010 no Bairro Alto.

Além dos eventos em Lisboa e nas redondezas, “é engraçado que quando vemos um pico de ocupação, por exemplo de espanhóis, vamos logo ver se há um feriado em Espanha”, e isto repete-se nos diferentes mercados europeus, explicou a administradora.

Rita Brito também afirmou que “como hotel em zona um bocadinho corporate, temos alguns clientes durante a semana, nacionais ou internacionais, que fazem paragens semanais ou mensais em Lisboa, para virem a reuniões ou para negócios”.

O M’Ar de Ar Auria, além de espanhóis, “recebe muitos nórdicos, belgas, franceses, e depois há sempre os mercados que estão em crescimento, não sendo europeus, os americanos e os canadianos, e os brasileiros, apesar deste mercado não se dar muito às 3-estrelas”.

A “estada média é de dois para três dias”, e a previsão da ocupação é um processo complicado, particularmente em Lisboa, “que é muito sensível ao preço”. A administradora afirmou ainda que sente que há procura por unidades hoteleiras 3-estrelas em Lisboa por parte de estrangeiros individuais, agências e operadores turísticos.

Em comparação, Rita Brito indica que a operação em Lisboa é diferente da do Alentejo, onde o grupo tem duas unidades hoteleiras, visto que “em Évora trabalhamos com tour operação, com fim-de-semana, com 60% de ocupação de portugueses”. O público português tem o hábito de reservar “fim-de-semana, chega a segunda feira, vão a uma plataforma qualquer de tempo vêem que está a chover em Évora, e telefonam para o hotel a cancelar a estadia, e aqui em Lisboa não, aqui é aquela compra de bilhete, estadia em Lisboa, não é uma compra extraordinariamente antecipada, faz-se no próprio mês ou na própria semana”.

Ao desempenho do mercado português nos hotéis em Évora seguem-se os mercados americano, canadiano e brasileiro, sendo que, de acordo com a administradora, “o mercado americano é o de maior crescimento” e, segundo perspectiva, “vai-se seguir fortemente o canadiano porque com a situação dos Estados Unidos este mercado vai escoar muito para a Europa, e já tem vindo a crescer em Portugal”.

Relativamente ao mercado brasileiro, Rita Brito afirma que este “curiosamente, está a fazer o percurso inverso, que durante muitos anos era Itália, ou Paris, e depois, de repente descobriu Portugal, e neste momento, o brasileiro costuma vir a Portugal, mas como a moeda está péssima, aquele que faz um bocadinho de mais esforço para viajar passa por Lisboa com a ponte aérea e segue”.

“Estamos a reter menos brasileiros que no passado, mas para compensar estamos com o mercado americano com um crescimento local”, indicou Rita Brito. Sobre o mercado americano, a administradora afirma que “é um cliente interessante, é um cliente que gasta, que bebe, que come”.

Recentemente, o grupo passou por uma fase de rebranding, sendo que o trabalho continua nas áreas de software, redes sociais, comunicação ao cliente, chatbot, e no processo de “profissionalizar a estrutura”.

“O rebranding está completo, neste momento, a nível de plataformas falta fechar o site”, que deve estar disponível brevemente.

Depois da inauguração deste hotel em Lisboa e do processo de rebranding, o plano para o futuro, a três anos, passa por “requalificar as nossas unidades de Évora, e aí o marco de Évora Capital da Cultura é um compromisso muito interessante”.

O M’Ar de Ar Muralhas, que foi renovado em 2015, vai ter quartos redesenhados e vão ser criados novos produtos, sendo que o M’Ar de Ar Aqueduto também vai ter os seus quartos requalificados.

Ver também: M’Ar de Ar Auria: “uma oferta citadina, de conforto, com serviço qualificado” – Rita Brito

Para aceder ao site do Grupo M’Ar de Ar clique aqui.

 

 

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