Portugal teve 1.420 voos comerciais por dia na última semana de Agosto, cotando-se, assim, como o 10º mercado europeu, segundo o Eurocontrol, cujos dados mostram que a Grécia, 7º mercado, teve mais mil voos por dia que Portugal só nessa semana.
A informação do Eurocontrol indica que na semana de 23 a 29 de Agosto a Europa teve uma média de 32.450 voos diários, ficando em 92% da semana homóloga de 2019, pré-pandemia.
Nessa comparação com a semana homóloga pré-pandemia, Portugal é um dos três mercados que supera esse período, tendo um aumento em 6%, e os outros são Grécia e Turquia, com aumentos em 8% cada.
O Reino Unido é o mercado líder em número diário de voos, com 5.826 na semana em análise, seguido por Espanha, com 5.405, e Alemanha, com 5.114.
Estes são os únicos mercados europeus a superarem a média de 5.000 voos diários e seguem-se com uma média na casa dos 4.000 a França, com 4.554, e a Itália, com 4.235.
Depois, com surgem a Turquia, com 3.924, Grécia, com 2.409, Holanda, com 1.668, Noruega, com 1.424, e finalmente Portugal, com 1.420.
Relativamente à semana homóloga de 2019, a Alemanha tem a maior quebra do número de voos, em 16%, seguida pelo Reino Unido, com -12%, em que três pontos percentuais são considerados consequência da avaria no controle de tráfego aéreo, e França e Holanda, ambos com queda em 8%.
Seguem-se Noruega, com queda em 7%, Espanha, com queda em 2% e Itália, com queda em 1%.
Fora do Top10, o Eurocontrol aponta Albânia, Arménia e Geórgia como os países que estão com aumento mais forte de voos diários relativamente à última semana de Agosto de 2019, respectivamente com +83%, +54% e +20%.
Seguem-se Bósnia Herzegovina, com +18%, Grécia e Turquia, com +8% cada, Portugal, com +6%l, Sérvia e Montenegro, com +2%, Polónia, com +1%, e Marrocos e Israel praticamente ao nível último ano pré-pandemia, com +0% e -0%, respectivamente.
As maiores quebras dão-se a Leste, desde logo na Ucrânia, com -100%, e Letónia, com -31%, Finlândia, com -27%, Estónia, com -24%, Suécia, com -22%, Bulgária, com -19%, Eslovénia, com -18%, República Checa, com -17%, e, a fechar o Top das quebras mais fortes, Alemanha, com -16%, e Áustria, com -13%.





