A TAP, que teve que diminuir a frota e slots para ter o seu programa de recuperação aprovado pela Comissão Europeia, cotou-se na última semana de Agosto como a 11ª companhia ainda mais distante do número de voos que fazia pré-pandemia, segundo o Eurocontrol.
Segundo os dados da entidade, a TAP fez na semana de 23 a 29 de Agosto menos 15% de voos que no período homólogo de 2019, tal como a Austrian, que teve um decréscimo idêntico.
O grupo Norwegian foi o que registou a maior quebra, em 29%, e a espanhola Vueling, do IAG, a que teve a que ficou mais próxima da recuperação, com decréscimo em 5%, seguindo-se KLM, com -7%, Qatar, com -8%, Swiss e Ais France, com -11% cada, e easyJet, com -13%.
Com reduções mais fortes que a TAP contam-se, além do grupo Norwegian (-29%), a Finnair, com -24%, SAS, com -23%, British Airways, Lufthansa e LOT, com -21% cada, TUI, com -19%, Aer Lingus e Eurowings, com -17% cada.
Os dados do Eurocontrol incluem também nove grupos que já fazem mais voos que pré-pandemia, o primeiro dos quais o low cost Wizz Air, que se apresenta como o mais dinâmico na Europa Central e do Leste, acima de 2019 em 36%.
Seguem-se DHL, com +31%, Ryanair, com +26%, Jet2.com, com +16%, Volotea, com +13%, Turkish Airlines, com +10%, Pegasus, com +6%, Iberia, com +4%, e Aegean, com +2%.
Estes dados do Eurocontrol referem-se a número de voos independentemente dos modelos de avião (regionais, narrow bodies ou wide bodies) e tipos de rotas (domésticas ou internacionais e nestas de médio curso ou longo curso).
O grupo Ryanair foi o que mais voos realizou na semana em análise, com 3.301, seguido pelo easyJet, com 1.661, e Turkish Airlines, com 1.632, ou seja, quase metade do líder.
Depois, vêm Lufrhansa, com 1.202, Air France, com 1.084, Wizz Air, com 935, KLM, com 879, British Airways, com 760, Vueling, com 690, e SAS, com 680.
Em relação à semana homóloga do ano passado, o Wizz Air foi o grupo que fez o aumento mais forte do número de voos, em 14%, seguindo-se, ainda com aumentos a dois dígitos, Turkish Airlines, com +13%, KLM, com +11%, Ryanair, com +10%, British Airways e SAS, co, +7% cada, e easyJet, com +2%.





