Reino Unido, Alemanha e Países Nórdicos são os emissores responsáveis por manter Espanha ainda abaixo de 2019, pré-pandemia, nos primeiros sete meses deste ano em número de turistas não residentes, ainda que por menos de 1%.
Dados publicados pelo INE espanhol indicam que o país recebeu, entre Janeiro e Julho deste ano, 47,62 milhões de turistas residentes no estrangeiro, ficando a apenas 0,8% do período homólogo de 2019, que ainda assim é uma quebra em cerca de 370 mil.
Os mesmos dados mostram que essa quebra se deve basicamente a três emissores, designadamente os dois maiores — Reino Unido e Alemanha — e ainda os Países Nórdicos, com decréscimos respectivamente em 6,3% ou 662,7 mil, em 8,7% ou 571,3 mil e em 13,2% ou 435,9 mil.
A estas quebras somou-se ainda um decréscimo e, 18,8% ou 580,5 mil do conjunto “Resto do Mundo”, no qual agrupa emissores de África e Ásia.
A informação do INE espanhol mostra que o Reino Unido se manteve ainda assim o maior emissor, com 9,78 milhões de turistas em Espanha até Julho, inclusive, mas a Alemanha (seis milhões) foi ultrapassada por França (6,44 milhões), que apresenta o maior aumento face a 2019, em 5,2% ou 317,5 mil.
Os Estados Unidos, por sua vez, são o emissor com o segundo maior aumento de turistas em Espanha face a 2019 nos primeiros sete meses deste ano, com +15,9% ou mais 316,8 mil, atingindo um total der 2,3 milhões, a que se soma um aumento em 26,8% ou 573,2 mil do conjunto Resto da América, que somou 2,71 milhões.
A recuperação em relação às chegadas de turistas pré-pandemia conta ainda com um grande impulso das chegadas do conjunto de emissores que o INE espanhol designa por Resto da Europa, que tem um aumento em 21,3% ou 797,6 mil, atingindo o total de 4,54 milhões, que é a 4ª maior parcela do mês, depois de Reino Unido, França e Alemanha.
Ver também: Número de turistas portugueses em Espanha aumenta 18,5% em Julho




