Espanha recebeu no mês de Março 5,25 milhões de turistas residentes no estrangeiro, ainda menos 6,9% ou 392,5 mil que no mês homólogo de 2019, pré-pandemia, com quebras de nove dos 11 maiores emissores europeus, entre os quais Portugal.
Informação do INE de Espanha indica que chegaram a Espanha no mês de Março 182,4 mil turistas residentes em Portugal, com uma quebra em 1,2% ou 2,2 mil face ao mês homólogo de 2019, que foi a segunda menor das quebras no mês, a seguir a Itália, que teve um decréscimo em 0,6% ou 1,9 mil, para 318,3 mil.
Os mercados que mais penalizaram o balanço do mês de Março foram a Alemanha, com quebra de 135,5 mil (-16,8%, para 673,5 mil), Países Nórdicos, com decréscimo de 103,2 mil (-20,9%, para 390,6 mil), França, com menos 63,1 mil (-9,3%, para 613,3 mil), e Reino Unido, com -40,3 mil (-3,6%, para 1,06 milhões).
Ainda assim, estes quatro emissores foram a origem de mais de metade (52,3%) dos turistas não residentes que chegaram a Espanha em Março, um mês em que a informação do INE espanhol indica que do conjunto “resto da Europa” houve o melhor aumento, em 27% ou 116,5 mil, para 549 mil (10,4% do total), dos Estados Unidos teve um aumento em 6,6% ou 16,3 mil, para 261,9 mil (5% do total do mês) e do resto do continente americano teve um aumento em 10,3% ou 27,2 mil, para 291,9 mil (5,6% do total).
Estes aumentos do continente americano, porém, ficaram aquém de colmatar a quebra do conjunto denominado “resto do mundo”, que teve um decréscimo em 29,1% ou 117,3 mil, para 285,3 mil (5,4% do total).
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