A Airbus, fabricante europeu de aviões, que é o fornecedor exclusivo da TAP, revelou hoje que em 2022 alcançou 58,76 mil milhões de euros de receitas, com a entrega de 661 aviões, mais 8% que em 2022, mas aquém da meta de 720 que tinha estabelecido e depois revisto em baixa para 700.
A informação também avança que em 2022 a Airbus lucrou 5,63 mil milhões de euros, em alta de 16% face ao ano anterior, mas aquém da previsão de seis mil milhões.
O seu CEO, Guillaume Faury, em declaração publicada em comunicado sobre o balanço do ano, começa por assinalar que “a indústria continuou a recuperação em 2022” e que as companhias aéreas a focarem-se no planeamento de frota a longo prazo”.
Guillaume Faury admite que a Airbus não evoluiu ao ritmo que tinha antecipado, apontando como causa factores que impediram a cadeia de abastecimento de atingir objectivos e que consequentemente a Airbus teve que abrandar o ritmo de entrega de aviões em relação ao planeado inicialmente.
“Estamos a adaptar a nossa produção” à capacidade dos fornecedores, conclui a declaração do CEO da Airbus, que é presentemente o maior fabricante de aviões do mundo.
O balanço indica que em 2022 a Airbus recebeu 820 encomendas de aviões, já descontando os abatimentos, aumentando para 7.239 o total de aviões em encomendas por satisfazer.




