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Preços em alta impulsionam recuperação do grupo Lufthansa

O Grupo Lufthansa mostrou hoje que embora em tráfego medido em RPK (passageiros x quilómetros) tenha ficado nos primeiros nove meses deste ano ainda 32,7% abaixo do período homólogo de 2019, em receitas de tráfego a distância ‘encolhe’ para 12,5%, graças à subida do yield, que é o preço médio pago pelos passageiros por quilómetro voado.

O balanço publicado hoje indica que o yield médio de Janeiro a Setembro, inclusive, foi de 8,9 cêntimos do euro, que compara com 8,8 cêntimos no período homólogo de 2019.

E a subida ainda é mais expressiva em RASK, ou receita unitária, que é o valor médio que a companhia consegue por lugar que teve no mercado, que passou de 8,0 cêntimos do euro para 8,6 cêntimos, impulsionado por uma melhoria da taxa média de ocupação dos voos, que este ano foi de 84,7% quando em 2019 tinha sido de 82,8%.

E por essa razão as receitas de tráfego atingiram 18.891 milhões de euros de Janeiro a Setembro deste ano, apenas 12,5% ou 2.690 milhões abaixo do período homólogo pré-pandemia.

Mas nem por isso os resultados tiveram melhor evolução, já que o CASK, ou custo unitário (por lugar voado um quilómetro) aumentou mais que o RASK, tendo uma subida em 10,9%, para 6,1 cêntimos de euro.

Assim, o grupo Lufthansa indicou um resultado operacional (EBIT) dos primeiros nove meses do ano de 826 milhões de euros, com uma queda em 49,5% face ao período homólogo de 2019, com a queda do resultado líquido a atingir 53,4%, para 484 milhões de euros.

O grupo Lufthansa anunciou ainda hoje que as suas subsidiárias Austrian Airlines e Brussels Airlines vão liquidar os remanescente dos apoios governamentais que obtiveram para enfrentarem o impacto da pandemia de covid-19, nos montantes de 210 milhões e 290 milhões, respectivamente.

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