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Queda do turismo internacional na Europa do Sul face à pré-pandemia reduz-se para 15,5%

A Europa do Sul reduziu para 15,5%, nos primeiros sete meses deste ano, a quebra de chegadas de turistas internacionais face ao período homólogo pré-pandemia, que compara com decréscimos médios de 42,9% a nível mundial e 25,6% no continente europeu.

Dados publicados pela Organização Mundial do Turismo (OMT, em português e UNWTO na terminologia inglesa, para United Nations World Tourism Organization) a Europa do Sul é a região mais próxima de anular a diferença para a situação em que se encontrava antes da pandemia, seguida pelas Caraíbas, com queda em 18,1%, e América Central, em 19,8%.

Por grupos de países, a liderança é dos países do Conselho de Cooperação do Golfo, em que a queda foi reduzida para 11,9%, seguidos pelo G20, com queda em 36,2%.

Os mesmos dados indicam que quebra inferior ao decréscimo médio mundial ocorrem na Europa, com -25,6%, Américas, com -35,3%, África, com -40,4%, e Médio Oriente, com -23,9%, restando pior que a média mundial a Ásia e Pacífico, com -86,1%.

A OMT avançou a estimativa de 474 milhões de chegadas de turistas em todo o mundo nos primeiros sete meses do ano, sublinhando a “procura explosiva” verificada nos meses de Junho e Julho, os primeiros da época alta no Hemisfério Norte, e que estima em 207 milhões as chegadas nesses dois meses, representando 44% do total.

A agência das Nações Unidas avança ainda que a Europa somou 309 milhões de chegadas de turistas internacionais entre Janeiro e Julho, representando assim 65% do total de chegadas no mundo.

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