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XX Convenção Airmet: Agências devem ser ouvidas no processo de privatização da TAP e da SATA

O fundador e chairman da Airmet, Miguel Quintas, afirmou no decorrer da sua XX Convenção, que as agências, enquanto fornecedoras de “cerca de 40% dos clientes”, devem ser ouvidas nos processos de privatização da TAP e da SATA.

No que toca à privatização da TAP, Miguel Quintas disse que “é fundamental que ela aconteça com o apoio dos stakeholders do nosso sector, a TAP tem uma vantagem grande para nós, portugueses, que é o hub de Lisboa”, e “gostariamos muito que este hub se mantivesse em Portugal, mas também gostariamos muito de ver uma TAP privatizada, eficiente, que nos permita aumentar as opções de destinos, que nos permita vender mais TAP, mas que também permita garantir que os nossos clientes, no final do dia, sejam bem servidos”.

Em relação à privatização da SATA, após um disclaimer onde se identificou como parte interessada no processo, afirmou que “é necessário finalizá-la até ao ano 2025, e eu desejo que o processo se inicie rapidamente, precisamos de uma SATA forte, que faça a ligação dos Açores ao Continente, mas também a outros continentes, nomeadamente a América do Norte”.

“A SATA é um player incontornável deste sector, a TAP é, naturalmente pela sua dimensão, um player ainda maior, mas faço votos que, pelo menos, os stakeholders deste sector, incluindo as agências de viagens, sejam ouvidas, naquilo que são as suas necessidades e as necessidades das próprias companhias, porque somos nós que enviamos cerca de 40% dos clientes para essas companhias aéreas”.

Em declarações no decorrer da Convenção, Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo, também afirmou sobre a privatização da TAP que o processo tem de ter a “salvaguarda de mantermos o hub, manter a marca, manter as rotas e manter a sede, este é o propósito do governo em relação àquilo que é a nossa companhia de bandeira”.

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