Espanha acolheu 312,8 mil turistas residentes em Portugal nos primeiros dois meses deste ano, representando um aumento em 9% ou 25,8 mil face ao período homólogo de 2019, pré-pandemia.
Os dados do INE espanhol indicam que as chegadas de turistas portugueses está em alta de 9% ou 25,8 mil em relação à pré-pandemia, mas globalmente, o país, com um total de 8,46 milhões de turistas não residentes no primeiro bimestre, ainda regista uma ligeira queda em 1,3% ou 107,6 mil.
A principal causa para esse decréscimo está na quebra de turistas do primeiro mercado emissor, o Reino Unido, que tem um decréscimo de 166,3 mil ou 9,8%, para 1,5 milhões.
Ampliam essa queda as quebras do segundo maior emissor, a Alemanha, com menos 77,7 mil ou -7,3%, para 988,1 mil, e dos países nórdicos, com menos 89 mil (-11,5%, para 682,1 mil), a paragem da Rússia, que em 2019 somara 116,6 mil turistas em Espanha, e, sobretudo, a quebra do conjunto de emissores “Resto do Mundo”, em 245,4 mil (-35%, para 455,3 mil).
A vizinha França, com um aumento em 10,7% ou 108,7 mil, para 1,12 milhões, foi o emissor que mais contribuiu para aproximar as chegadas dos números de 2019, juntamente com os Países Baixos (+17,4% ou mais 55,9 mil, para 377,2 mil), conjunto Resto da América (sem Estados Unidos de onde teve um decréscimo em 3,5% ou cerca de dez mil, para 273,1 mil), com +15,2% ou mais 69,7 mil, para 531 mil, Irlanda, com +26,8% ou mais 48,2 mil, para 228,4 mil, e Portugal, com +9% ou mais 25,8 mil.
Para o mês de Fevereiro, o INE espanhol indicou que o país recebeu 4,32 milhões de turistas residentes no estrangeiro, 784,4 mil deles procedentes do Reino Unido, 636,5 mil de França, 509,8 mil da Alemanha e 504,8 mil do conjunto “Resto da Europa”.




