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Turistas dos Estados Unidos fizeram quase 60% do aumento de dormidas de estrangeiros em Portugal em 2025

As dormidas realizadas por residentes dos Estados Unidos em estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal, em 2025, aumentaram 4,9% ou 257,3 mil em relação a 2024, o que corresponde a quase 60% do aumento total de dormidas de estrangeiros (57,8%).

Os dados divulgados hoje pelo INE mostram que os Estados Unidos subiram a 3º maior mercado internacional em número de dormidas para o alojamento turístico português em 2025 (em 2024 eram 4º e Espanha era 3º), com cerca de 5,5 milhões de pernoitas (5.459.505), o que corresponde a 9,6% do total de dormidas de não residentes.

Depois do mercado norte-americano, a Polónia foi o país que mais contribuiu para o aumento de dormidas de estrangeiros em Portugal, com um crescimento de 167,3 dormidas (+12%) em relação a 2024, o que corresponde a 37,6% do aumento total de pernoitas de estrangeiros.

A Polónia foi o 11º maior mercado para o alojamento turístico português em 2025, com mais de 1,5 milhões de dormidas (1.561.988), o que equivale a 2,7% do total de dormidas de não residentes.

O terceiro maior aumento foi do Canadá, com mais 99.966 dormidas (+5,8%) que em 2024, o que equivale a 22,5% do aumento total de dormidas de estrangeiros.

O mercado canadiano foi 10º maior emissor em número de dormidas, com mais de 1,8 milhões (1.830.324), o que corresponde a 3,2% do total de pernoitas de não residentes.

Seis mercados do Top10 tiveram quebras de dormidas em 2025

O Reino Unido manteve a liderança entre os maiores mercados internacionais para Portugal, com mais de 10 milhões de dormidas em 2025 (10.063.985), o que corresponde a 17,7% do total de dormidas de não residentes, apesar de ter registado um decréscimo em relação a 2024 (menos 156.615 dormidas ou -1,5%).

A Alemanha foi o segundo maior mercado com mais de 6 milhões de dormidas (6.438.119), ou seja, 11,3% do total de não residentes, graças a um crescimento de 1,2% ou 75,2 mil dormidas em relação ao ano anterior.

Depois dos Estados Unidos, que foram o 3º maior mercado, aparece Espanha, que desceu uma posição na tabela dos maiores emissores para Portugal, devido a uma quebra de 5,2% ou 286,6 mil dormidas em relação a 2024, para um total superior a 5 milhões (5.173.383).

França manteve-se na 5ª posição, apesar de ter registado a maior quebra entre os maiores emissores: menos 315,6 mil dormidas ou menos 7% que em 2024, para um total superior a 4 milhões (4.223.310).

As dormidas dos residentes nos Países Baixos, 6º maior mercado, também caíram (-3,4% ou menos 87,6 mil), para 2,511 milhões, mas continuaram a representar mais do que o Brasil, 7º maior mercado, com 2,372 milhões de dormidas (-4,1% ou menos 101,4 mil).

A Irlanda e Itália continuaram como 8º e 9º maiores mercados, respectivamente, com 2,281 milhões de dormidas (-0,6% ou menos 14,3 mil) e com 1,969 milhões de dormidas (-1,4% ou menos 27,2 mil).

Portugueses fizeram 74% do aumento total de dormidas

Os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal somaram quase 57 milhões de dormidas de residentes no estrangeiro (56.958.740), apenas mais 0,8% ou mais 444.981 que em 2024, o que corresponde a 25,7% do aumento total de dormidas.

Por outro lado, as dormidas dos residentes em Portugal aumentaram 5,4% ou 1,286 milhões em relação a 2024, o que equivale a 74,3% do aumento total de dormidas, superando 25 milhões de pernoitas em 2025 (25.126.700).

Desta forma, incluindo residentes e não residentes, o alojamento turístico português fechou 2025 com mais de 82 milhões de dormidas (82.085.440), mais 2,2% ou mais 1,731 milhões que em 2024.

Proveitos subiram 7,2%

Os proveitos totais do alojamento turístico português, que incluem as receitas de aposento, restauração e outros serviços destes estabelecimentos, aumentaram 7,2% ou 480 milhões de euros, aproximando-se dos 7,2 mil milhões.

Os proveitos de aposento, que resultam apenas das dormidas, aproximaram-se dos 5,5 mil milhões de euros, o que significa um aumento de 6,8% ou 351 milhões de euros em relação a 2024.

As receitas que os estabelecimentos arrecadaram por cada quarto disponível (RevPAR: proveitos de aposento a dividir pelo número de quartos disponíveis), alcançaram os 72,4 euros, o que significa um aumento de 4,3% em relação a 2024.

O preço médio (ADR, receita por quarto ocupado), por sua vez, aumentou 4% em 2025, alcançando os 124,9 euros.

A taxa média de ocupação alcançou os 57,9%, mais 0,1 pontos percentuais que um ano antes.

Os dados divulgados pelo INE referem-se a estabelecimentos de alojamento turístico, que incluem hotelaria, alojamento local com 10 ou mais camas e turismo no espaço rural/de habitação.

Para mais notícias clique: Empresas e Negócios

Para aceder ao site do INE clique aqui.

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