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TAP recupera mais dois milhões de passageiros ‘perdidos’ durante a pandemia

A TAP, maior companhia de aviação em Portugal, anunciou hoje que no ano passado transportou 15,9 milhões de passageiros, o que representa uma redução para cerca de dois milhões das perdas causadas pela pandemia de covid-19, que só no ano de 2020 causou uma quebra de 12,4 milhões de passageiros.

A informação divulgada pela companhia, segmentada e restrita às áreas de actividade em que recuperou, aponta para que a recuperação se tenha centrado nas rotas do Brasil, América do Norte e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, referindo, aliás, que nas linhas intra-europeias, incluindo as domésticas, e de África, ainda ficou abaixo de 2019, pré-pandemia em 7%, sem especificar a evolução em relação a 2022.

Já para as linhas em que comunicou crescimento, a TAP indicou na informação divulgada hoje que o crescimento mais forte em relação a 2022 foi nas linhas do Brasil, em 20,3%, significando mais cerca de 300 mil.

A mesma informação especifica que a TAP teve no ano passado um aumento de passageiros em voos de longo curso em 15,1% face a 2022 e também já ficou acima de 2019, pré-pandemia, em 9,8%, com um total de 4,6 milhões.

Assim, em voos de médio curso, domésticos e internacionais, que foram os mais afectados pela redução de frota e slots em Lisboa a que a TAP foi obrigada em contrapartida da aprovação do seu plano de reestruturação, a companhia transportou no ano passado cerca de 11,3 milhões de passageiros, mais cerca de 16,5% que em 2022, mas ainda cerca de 12% abaixo de 2019, pré-pandemia.

O aumento de passageiros face a 2022 e a recuperação face a 2019 foi impulsionada, além das linhas do Brasil, pelos crescimentos nas linhas da América do Norte (Estados Unidos e Canadá), que somaram 1,46 milhões, +18,4% que um ano antes e +39,5% que em 2019, pré-pandemia, e nas ligações com Açores e Madeira, que somaram 1,5 milhões de passageiros, acima de 2022 em 13,2% e acima de 2019 em 5,7%.

A TAP não divulgou dados de passageiros nem para as ligações com África nem para as rotas internacionais intra-europeias, que são as que mais passageiros têm, embora em RPK, indicador que pondera passageiros pelas distâncias voadas, e em receitas, o ‘peso’ maior seja das linhas de longo curso.

Mas a companhia apenas indicou que no ano passado já teve crescimento em RPK tanto face a 2022, em 16%, como em relação a 2019, em 1,4%, e que dessa forma melhorou a ocupação dos aviões (em RPK vs ASK), que subiu para 80,8%, acima de 2022 em 0,8 pontos percentuais e acima de 2019 em 0,7 pontos.

Para mais notícias: Empresas&Negócios

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