As companhias da América Latina com um crescimento do tráfego em 3,9% e as da América do Norte com aumento em 2,4% foram as únicas a terem mais tráfego em Julho deste ano que em 2019, pré-pandemia, de acordo com os dados divulgados hoje pela IATA.
A informação mostra que essas foram também as únicas companhias que tiveram mais capacidade que pré-pandemia e em ambos os casos a procura até aumentou mais e, portanto, tiveram subidas da ocupação, em 1,6 pontos, para 86,7%, no caso das latino-americanas e em um ponto nas norte-americanas, para 89,7%.
A informação da IATA mostra ainda que as companhias da América do Norte foram as únicas a superarem Julho de 2019 em tráfego (RPK) internacional, com aumento em 2,1%.
Segundo a IATA, este Julho o tráfego aéreo mundial em RPK ainda foi inferior em 4,4% ao Julho de 2019, com a maior quebra a dar-se nas companhias da Ásia e Pacífico, com quebra em 8,8%, seguidas pelas transportadoras de África, com -8,2%, e as da África, com -5,5%, e as do Médio Oriente, com -4,4%.
Em tráfego internacional, que a IATA indicou ter sido 11,3% inferior ao de Julho de 2019, a maior quebra foi a das companhias da Ásia e Pacífico, com -26,1%, seguidas pelas companhias de África, com quebra em 11,7%, da Europa, com -8,3%, do Médio Oriente, com -4,2%, e da América Latina, com -1,9%.
Ainda assim, a taxa de ocupação média destes voos melhorou 0,4 pontos, para 86,7%, sobressaindo as norte-americanas, com 90,3%, latino-americanas, com 89,1%, e as europeias, com 87%.
Em tráfego total, Julho foi de redução da taxa de ocupação face a 2019 em 0,4 pontos, para 85,2%, sobressaindo os aumentos das companhias de África, em 1,5 pontos, para 74,6%, da América Latina, em 1,6 pontos, para 86,7%, do Médio Oriente, em 0,8 pontos, para 82,1%, e América do Norte, em um ponto, para 89,7%.
As companhias da Ásia Pacífico e da Europa tiveram os maiores decréscimos de taxa de ocupação, em ambos o casos em 1,3 pontos, respectivamente para 81,6% e 87,7%.




