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Receitas turísticas portuguesas baixam de Maio para Junho, sem impedir forte aumento no semestre

Os gastos em Portugal de turistas residentes no estrangeiro contabilizados pelo Banco de Portugal baixaram 3,5% ou 77 milhões de euros no mês de Junho em relação a Maio, mas sem impedir um aumento anual no semestre em quase 30%.

Os dados publicados pelo banco central português indicam que os gastos no país por turistas residentes no estrangeiro, classificados como receitas turísticas ou exportações de turismo, ascenderam em Junho a 2.111,2 milhões de euros, que, embora aquém dos 2.188,3 milhões registados em Maio, são o novo máximo para um mês de Junho.

Para o semestre, os dados do Banco de Portugal permitem calcular que as receitas turísticas portuguesas ultrapassaram os de mil milhões de euros, cifrando-se em 10.384,2 milhões, que significam um aumento em 29,5% ou 2.364,2 milhões em relação à primeira metade de 2022, na qual já tinham sido ultrapassados os valores pré-pandemia de 2019, com o montante de 7.396,2 milhões.

A mesma informação mostra que mais forte é ainda o aumento do encaixe líquido para Portugal, medido pelo saldo entre exportações e importações, que nos primeiros seis meses deste ano totalizaram 7.766 milhões de euros, que é um novo recorde para uma primeira metade do ano.

Esse montante traduz um aumento em 33,4% ou quase dois mil milhões de euros (1.942,42 milhões) em relação ao primeiro semestre de 2022, e em 51,6% ou 2.642 milhões em relação aos primeiros seis meses de 2019, pré-pandemia.

No mês de Junho, o excedente favorável a Portugal ascendeu a 1.530,1 milhões de euros, +19,4% ou mais 248,1 milhões que um ano antes e +39,8% ou 435,2 milhões que em Junho de 2019, pré-pandemia.

Em ambos os períodos, o aumento do salgo decorre de fortes aumentos das exportações, já que em nenhum dos períodos houve decréscimo dos gastos dos portugueses em turismo no estrangeiro.

Ver também:

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