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Porto de Lisboa prevê concluir 1ª fase da instalação de Onshore Power Supply até 2027

O Porto de Lisboa anunciou esta terça-feira que prevê concluir até 2027 a primeira fase da instalação do seu OPS – Onshore Power Supply, que irá fornecer energia elétrica aos navios no Terminal de Cruzeiros de Lisboa e nos terminais de carga da Zona Oriental.

O sistema permite aos navios atracados ligarem-se à rede eléctrica local e desligarem os seus motores, reduzindo emissões de CO₂, NOx, SOx e partículas.

Em comunicado divulgado esta terça-feira, a Administração do Porto de Lisboa (APL) anunciou que tem em curso “um plano robusto e faseado, em execução desde 2023, para instalar capacidade OPS, em linha com os requisitos do Green Deal Europeu e do regulamento AFIR”.

O projecto está a ser executado em duas fases distintas, sendo que a primeira tem um custo de cerca de 20 milhões de euros e está a ser implementado pelo Porto de Lisboa. A segunda fase será suportada pelos concessionários dos respectivos terminais.

O comunicado sublinha que o Porto de Lisboa “já investiu 2,7 milhões de euros para o desenvolvimento e concretização da primeira fase”, que incluiu a instalação de uma linha de alta tensão e a criação de projectos para “a construção da subestação principal e da rede interna de média tensão”.

Num cronograma, o Porto de Lisboa sublinha que em 2022 e 2023 foram feitos “estudos técnicos, avaliação de necessidades e preparação de candidaturas a fundos europeus”. Em 2023, iniciou-se a implementação da primeira fase.

Em curso está a “empreitada da linha de alta tensão, que interliga a Subestação da E-Redes no Alto de São João à Subestação do Porto de Lisboa, uma obra de 4 km numa área urbana densificada”.

Em curso está ainda um projecto-piloto através de uma candidatura submetida ao Fundo CEF (Connecting Europe Facility) para a instalação da infra-estrutura eléctrica no Terminal de Cruzeiros.

Para o período de 2025 a 2027, o comunicado sublinha que está prevista “a conclusão das obras da primeira fase, em cooperação com stakeholders como Lisbon Cruise Port, EDP, municípios e operadores marítimos”.

Este investimento, de acordo com a APL, “permitirá uma redução significativa de emissões de CO₂, NOx, SOx e partículas, melhorando a qualidade do ar na zona ribeirinha da cidade e aumentando a atratividade do Porto de Lisboa para operadores que valorizam a sustentabilidade”.

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