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Lufthansa mantém interesse na TAP apesar do impacto da guerra no sector

A Lufthansa mantém o interesse em comprar uma participação na TAP Air Portugal, apesar dos efeitos negativos na aviação provocados pela guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, revelou hoje Carsten Spohr, CEO do grupo alemão.

“O nosso interesse na TAP não mudou”, afirmou hoje o CEO do Grupo Lufthansa, Carsten Spohr, de acordo com uma notícia da agência Lusa citada na imprensa portuguesa (para ler no “Expresso” clique aqui).

De acordo com a IATA, associação internacional de companhias aéreas, o tráfego aéreo internacional de passageiros em Março registou a primeira quebra homóloga desde Março de 2021, devido a uma descida acentuada no Médio Oriente. Ver também: Tráfego aéreo internacional caiu em Março pela primeira vez desde 2021 / “A resiliência das companhias aéreas está a ser testada”, avisa Willie Walsh, IATA.

“No que diz respeito à América do Sul, acreditamos que estaríamos numa posição ideal com a TAP”, disse o executivo, acrescentando que a Lufthansa é “o menor dos grupos europeus” naquela região.

Carsten Spohr também enalteceu os investimentos da empresa em Portugal. Além da privatização da TAP, a Lufthansa vai abrir uma fábrica de componentes da Lufthansa Technik em Santa Maria da Feira.

Sobre a privatização da TAP, o executivo sublinhou que a Lufthansa foi convidada a apresentar uma proposta vinculativa. “Aguardamos com expectativa a próxima fase e os próximos passos que temos agora pela frente”.

Além do Grupo Lufthansa, também o Grupo Air France-KLM está interessado na privatização da companhia aérea portuguesa. O IAG, dono da Iberia e da British Airways, chegou a estar interessado mas acabou por não avançar com uma proposta.

A notícia da Lusa recorda que o Governo português quer vender até 49,9% do capital da TAP, incluindo 44,9% a um investidor e até 5% a trabalhadores.

O Governo português espera concluir a venda este ano, admitindo tomar uma decisão sobre o comprador em Conselho de Ministros no final de Agosto.

Ver também: “De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”?!

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