Os hotéis portugueses nunca tiveram tantas dormidas num mês de Novembro como este ano, de acordo com os dados divulgados hoje pelo INE, que indicam um total de 2,76 milhões de pernoitas em hotéis, que significam 65,2% do total de dormidas no alojamento turístico português.
Os dados do INE mostram que esse ‘recorde’ assentou em máximos de dormidas nas três principais categorias de hotéis, os 5-estrelas, com 525,9 mil, os 4-estrelas, com 1,34 milhões, e os 3-estrelas, com 648,3 mil.
A informação permite calcular adicionalmente que relativamente a Novembro de 2019, pré-pandemia, os hotéis tiveram um aumento de dormidas em 3,7% ou 99,4 mil, pelos aumentos de 5,3% ou 26,3 mil nos 5-estrelas, de 4,2% ou 54 mil nos 4-estrelas e de 6,2% ou 37,8 mil nos 3-estrelas.
Os 2 e 1-estrelas foram os únicos hotéis que, com 254,7 mil dormidas não atingiram um recorde para o mês de Novembro, tendo ficado abaixo de 2019 em 6,8% ou 18,6 mil.
Além dos hotéis atingiram novos máximos de dormidas num mês de Novembro os apartamentos turísticos, com 195,7 mil, o alojamento local, com 633,1 mil, e o turismo no espaço rural e de habitação, com 119,1 mil.
Relativamente a Novembro de 2019, os apartamentos turísticos tiveram um aumento de dormidas em 9,5% ou 16,9 mil, no alojamento local o aumento foi em 6,8% ou 40 mil e no turismo no espaço rural e de habitação foi de 38,6% ou 33,2 mil.
Os dados do INE mostram que, no entanto, os hotéis-apartamentos tiveram quebra de dormidas em relação a 2019, em 3% ou 11,5 mil, para 374,9 mil, tal como as pousadas e quintas da Madeira, que tiveram um decréscimo em 12,1% ou 6,8 mil, para 49,8 mil.
Ver também: Estados Unidos subiram em Novembro a 2º maior emissor para a hotelaria portuguesa. E Espanha foi nº1




