A hotelaria espanhola somou em Julho, um dos meses tradicionalmente mais fortes do calendário turístico, 42,35 milhões de dormidas, ainda menos 845 mil (-2%) que no mês homólogo de 2019, pré-pandemia, pela quebra das pernoitas de turistas residentes no estrangeiro, que ficaram ainda 1,61 milhões abaixo (-5,7%).
A Alemanha foi o emissor que mais levou a essa quebra, com -7,8% ou menos 385,2 mil que em Julho de 2019, baixando para 4,55 milhões, o que lhe permite, ainda assim, ser o segundo maior emissor, atrás apenas do Reino Unido, com 7,11 milhões de pernoitas, e à frente de França, com 2,39 milhões.
Os dados do INE espanhol sobre dormidas nos hotéis do país indicam que a quebra face a 2019 foi mitigada pelo mercado doméstico, com 15,64 milhões de pernoitas, +5,2% ou mais 772,3 mil que em Julho de 2019.
Entre os mercados internacionais, os maiores aumentos de dormidas foram de turistas residentes em França, com mais 175,8 mil (7,9%), Países Baixos, com mais 134,8 mil (+11,4%), e Bélgica, com mais 126,9 mil (+13,7%).
As maiores quebras, depois dos residentes na Alemanha, foram das pernoitas de residentes na Suécia, com menos 181,5 mil (-32,2%), em Itália, com menos 110,4 mil (-8,7%), no Reino Unido, com menos 87,9 mil (-1,2%), Japão, com menos 74,7 mil (-71,2%), e Estados Unidos, com menos 52 mil (-5,1%), bem como dos conjuntos “América sem EUA”, com menos 75 mil (-6,9%), e “Resto do Mundo”, com menos 358,7 mil (-31,5%).






