“A procura global de viagens tem-se mantido resiliente” para terceiro trimestre, o Verão no hemisfério Norte, “impulsionada por tendências positivas de viagens domésticas”, revelou a Booking Holdings.
Nos próximos meses, a empresa garante que vai continuar atenta “ao conflito no Médio Oriente” e aos “impactos directos e indirectos na procura de viagens”.
As perspectivas para os três meses de Julho a Setembro apontam para uma “estabilidade no cenário geral das viagens”, que permitirão um aumento de “room nights” entre 3% e 5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. As reservas deverão subir entre 4% e 6%.
No entanto, as projecções da Booking Holdings assumem “impactos indirectos do conflito”, designadamente “preços elevados dos bilhetes de avião”, “capacidade reduzida dos voos em determinadas rotas” e “procura mais fraca por viagens internacionais de longa distância”.
Sobre o impacto directo do conflito, a empresa continua a prever “alguma pressão sobre as viagens de entrada para o Médio Oriente, enquanto a procura de viagens por parte dos viajantes do Médio Oriente permanece amplamente normalizada”.
A empresa, que tem as marcas Booking.com, Priceline, Agoda, KAYAK e OpenTable, perspectiva para o terceiro trimestre deste ano um aumento das receitas entre 4% e 6% em relação ao período homólogo do ano passado.
Sobre o segundo trimestre, de Abril a Junho, o CEO da Booking Holdings, Glenn Fogel, citado num comunicado, afirmou que “o desejo subjacente de viajar manteve-se resiliente”, apesar da “contínua incerteza geopolítica e macroeconómica”.
O número de “room nights” no segundo trimestre aumentou 5% em relação ao período homólogo do ano passado, enquanto as reservas brutas cresceram 9% ou cerca de 8% em moeda constante.
As receitas das Booking Holdings subiram 8% em comparação com o segundo trimestre de 2025, ou aproximadamente 7% em moeda constante.
O resultado líquido, o resultado líquido ajustado e o EBITDA ajustado cresceram 118%, 8% e 9%, respectivamente.
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