As agências de viagens espanholas receiam o impacto da guerra e da inflação no volume de reservas para os próximos meses, o que poderá a trajectória de recuperação verificada durante o Verão.
O presidente da Confederação Espanhola de Agências de Viagens (CEAV), Carlos Garrido, afirmou ao jornal “Vozpópuli” que existem “dúvidas e incerteza sobre a repercussão dos efeitos da guerra e da inflação no volume de reservas”.
O dirigente indicou que “é difícil monitorizar porque o comportamento tem sido muito diferente com as reservas de última hora”.
Nas mesmas declarações, citadas pelo jornal “Preferente”, Carlos Garrido frisou que “os dados do Verão são muito positivos, com facturações similares às de 2019, que foi um ano recorde”.
“As Caraíbas e os Estados Unidos, especialmente, estão a funcionar muito bem, em ambos os sentidos [incoming e outgoing]. A Ásia ainda está um pouco mais fraca, mas no geral o turismo de lazer está muito bem, e mesmo as viagens de negócios, apesar da pausa em Agosto, está a crescer”, acrescentou o presidente da CEAV.




