- Publicidade -
- Publicidade -

“Pacheca River”: a experiência de dormir num iate no coração do Douro

Qual é o local onde as pessoas famosas e muito mediáticas adoram passar as férias de Verão porque sabem que podem descansar em paz sem (muitos) paparazzis à sua volta? A bordo de um iate de luxo seja qual for o destino, entre os muitos que existem à escolha, certo? E se esse destino for classificado como Património Mundial pela UNESCO? Estão a imaginar acordar e dar de caras com as verdejantes vinhas que galgam os socalcos da região demarcada do Douro mesmo coladas ao vosso nariz, enquanto são docemente embalados pelo caudal do rio?

Pois é isso mesmo que o Pacheca Group tornou possível não só a famosos, mas a qualquer um que possa pagar 1.500 euros por noite para desfrutar de uma experiência totalmente diferente.

Atracado no Cais de Bagaúste, junto à bucólica EN222, em Lamego, o “Pacheca River”, um luxuoso iate catamarã (modelo MY5 da Fountaine Pajot), tem três quartos (mas dois estão reservados à tripulação), uma “sala”, no piso de cima, e um terraço náutico no deck que torna uma simples degustação de um cálice de vinho do Porto ao pôr-do-sol numa memória realmente especial.

Os ‘marinheiros’ em lazer podem optar por navegar entre a Foz do Tedo ou o Pinhão, consoante a opção por uma rota mais curta (duas horas), ou mais longa (quatro horas).

Para quem preferir uma experiência mais curta (e menos onerosa), que não inclua dormida, há várias opções: a empresa organiza passeios para hóspedes e não hóspedes das suas unidades (a Quinta da Pacheca e a Quinta São José do Barrilário Hotel & SPA a escassos minutos de carro do cais), duas vezes por dia e com preços a partir de 100 euros por pessoa.

Os passeios mais simples levam os passageiros de água doce a uma viagem pelo Douro entre o Cais de Bagaúste e a Folgosa. É apenas uma hora mas que dá para desfrutar a beleza da envolvente natural. E depois há as experiências privadas de duas ou mais horas e aí, o céu é o limite – tudo pode ser adaptável ao gosto do cliente.

Pode-se fazer um sunset dançante com um DJ, largar o ferro no rio e dar uns mergulhos ou deslizar suavemente numa prancha de paddle, fazer uma degustação dos diversos vinhos da marca Pacheca ou até ter o ‘chef’ Luís Filipe Guedes, do Barrilário, a proporcionar uma experiência gastronómica inesquecível.

“O passeio regular é a experiência mais vendida. A que acontece duas vezes ao dia e com uma capacidade máxima de 14 pessoas. Mas depois temos estes passeios mais longos com o chef a bordo ou um ‘sommelier’, consoante o que o cliente pretender. Durante esse passeio, além de comer, pode fazer uma degustação de vinhos ou ter um almoço harmonizado com vinho e as sugestões de um especialista”, exemplificou Tiago Fonseca, diretor-adjunto da Quinta São José do Barrilário Hotel.

Os clientes estrangeiros continuam a dominar a procura mas, paulatinamente, os portugueses parecem ter despertado para este tipo de turismo náutico mais aprimorado.

“O nosso forte é o cliente brasileiro e logo a seguir o americano, mas temos alguma procura de clientes portugueses, aqueles que não querem viajar muito e que procuram conhecer melhor o seu país e regiões como o Douro”, realçou Tiago Fonseca.

Certo é que sejam estrangeiros ou nacionais, o “Pacheca River” não tem descanso, criando uma oferta distinta numa região cuja monumentalidade paisagística é arrebatadora e que atrai cada vez mais turistas.

Dados da Associação das Atividades Marítimo-Turísticas do Douro mostram que 3.808 pessoas viajaram diariamente pelo Douro, em 2025, um número que não parou de crescer nos últimos oito anos. Percebemos porquê.

Clique para ver mais: Viagens e Experiências

Para aceder ao site do Pacheca Group clique aqui.

- Publicidade -spot_img
- Publicidade -

Últimas Notícias