A Comissão Europeia anunciou a criação de um Observatório de Combustíveis, com o objectivo de actuar rapidamente perante uma eventual escassez na União Europeia (UE).
“Um novo Observatório de Combustíveis será criado para acompanhar a produção, importações, exportações e níveis de reservas de combustíveis de transporte na UE. Isto permitirá identificar rapidamente potenciais carências e, em caso de libertação de reservas de emergência, orientar medidas específicas para manter uma distribuição equilibrada de combustíveis”, anunciou a Comissão Europeia em comunicado divulgado pela agência Lusa, citado na imprensa portuguesa (para ler na “SIC Notícias” clique aqui).
O Observatório pretende garantir uma resposta à crise energética provocada pela guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel, sem justificação legal, contra o Irão.
Devido à dependência de combustíveis fósseis importados, a Comissão Europeia defendeu que “as medidas nacionais de emergência e as medidas destinadas a garantir a disponibilidade de combustível de aviação e gasóleo, incluindo a capacidade de produção das refinarias, devem ser estreitamente coordenadas”.
A notícia da Lusa sublinha que, apesar de Bruxelas garantir não haver problemas no abastecimento de petróleo e de gás à UE, já se assiste à volatilidade dos preços, aumento dos custos para famílias e empresas, pressão inflacionista e perturbações na indústria e nos transportes, havendo maior sentido de urgência em diversificar fornecedores e acelerar a transição para fontes de energia mais seguras e renováveis.
“A actual situação geopolítica é um forte lembrete de que acelerar a transição para uma energia limpa, segura e acessível é uma necessidade económica e de segurança”, conclui o comunicado da Comissão Europeia citado pela agência de notícias.
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