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Alojamento turístico registou menos dormidas em quatro regiões no arranque de 2026

Os estabelecimentos de alojamento turístico da Madeira, dos Açores, do Algarve e da Península de Setúbal registaram menos dormidas no arranque deste ano que nos primeiros dois meses de 2025. No entanto, com a excepção da Península de Setúbal, os proveitos totais aumentaram em todas as regiões.

Os dados divulgados hoje pelo INE mostram que, no total, o alojamento turístico português somou quase 8 milhões de dormidas (7.971.979) em Janeiro e Fevereiro, mais 1,6% ou mais 128,7 mil que um ano antes.

Apesar do ligeiro aumento global, houve quebras de dormidas em quatro regiões, a maior delas na Madeira, onde o alojamento turístico registou menos 25,7 mil pernoitas (-2%) em relação ao arranque de 2025, para um total de 1,277 milhões.

A segunda maior quebra ocorreu nos Açores, onde os estabelecimentos registaram menos 10,2 mil dormidas (-4,5%), para um total de 215 mil

Seguiram-se as quebras no Algarve (menos 8,9 mil ou -0,7%, para 1,336 milhões) e na Península de Setúbal (menos 4 mil ou -2,5%, para 160,2 mil).

As restantes regiões começaram melhor 2026 que 2025. O maior aumento verificou-se no alojamento turístico da Grande Lisboa, que somou mais 79,9 mil dormidas (+3,6%), para um total de 2,327 milhões.

Os estabelecimentos da região Norte também tiveram um crescimento significativo em número de dormidas, com mais 72,1 mil (+5,1%), para 1,496 milhões.

Seguiram-se os aumentos da região Centro, com mais 13 mil dormidas (+2,3%), para 582 mil, do Alentejo, com mais quase 8 mil (+2,9%), para 285,3 mil pernoitas, e do Oeste e Vale do Tejo, com mais 4,4 mil (+1,5%), para 292,6 mil.

Madeira teve o maior aumento de proveitos, apesar da quebra nas dormidas

Apesar das quebras em número de dormidas em quatro regiões, apenas uma registou um decréscimo dos proveitos totais, designadamente a Península de Setúbal, onde o alojamento turístico facturou 8,981 milhões de euros em Janeiro e Fevereiro, menos 1,2% ou menos 105,4 mil euros que um ano antes.

Os estabelecimentos de alojamento turístico da Madeira, apesar de terem registado a maior quebra em número de dormidas no primeiro bimestre, somaram o maior aumento de proveitos totais, ao facturar mais 9,476 milhões de euros (+9,5%) que há um ano, alcançando os 108,9 milhões de euros.

Outros aumentos significativos de proveitos verificaram-se na Grande Lisboa, em 7,037 milhões de euros (+3,7%), para 198,4 milhões de euros, e na região Norte, em 4,113 milhões (+4,6%), para 93,8 milhões de euros.

Ver também:

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Para aceder ao site do INE clique aqui.

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