Apesar de em queda, até porque está a operar com menos aviões e menos slots, a TAP mantém a liderança nos aeroportos portugueses ainda por margem significativa, com mais cerca de 2,6 milhões de passageiros que a segunda maior, a Ryanair, e mais cerca de 5,6 milhões que a terceira, a easyJet (sem incluir a easyJet Switzerland).
Estas posições foram calculadas pelo PressTUR a partir dos dados divulgados pela ANAC, que indicou que nos primeiros sete meses deste ano os aeroportos portugueses somaram 34,72 milhões de passageiros, com 6,36 milhões no último mês deste período.
Assim, a TAP foi a transportadora de 28,4% dos passageiros nos primeiros sete meses, seguida pela Ryanair, com 6,68 milhões, e pela easyJet, com 3,61 milhões (sem incluir a easyJet Switzerland nos sete meses).
Relativamente ao período homólogo de 2019, pré-pandemia, porém, a TAP é a única com quebra de passageiros, com -4,9% ou menos cerca de 478,8 mil, que reflectem, pelo menos em alguma medida, a redução de slots e de frota que a companhia teve que aceitar.
A Ryanair, por sua vez, é a que apresenta o maior aumento de passageiros em relação a 2019, com mais cerca de 712 mil (+11,9%), enquanto a easyJet é a que tem a maior subida relativa, com aumento em 18,3% (mais cerca de 560 mil).
Os dados a que o PressTUR chegou compilando as informações regulares da ANAC apontam a SATA Internacional e a Eurowings, do grupo Lufthansa, como as companhias com maiores aumentos relativos de passageiros entre 2019 e este ano, com +28,5%, para 679,8 mil, e +78,4%, para 342 mil, respectivamente.






