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Hotelaria espanhola quase iguala dormidas pré-pandemia no 1º semestre, embora com menos internacional

A hotelaria espanhola somou 149,76 milhões de dormidas no primeiro semestre deste ano, que é um aumento em 0,2% em relação ao período homólogo de 2019, apesar de ainda ter quebra de pernoitas de turistas residentes no estrangeiro em 0,7%.

Os dados divulgados pelo INE de Espanha indicam que a hotelaria espanhola terminou o primeiro semestre com mais 265,5 mil dormidas que no semestre homólogo de 2019, pré-pandemia, pelo aumento de 964,6 mil pernoitas do mercado doméstico, que permitiram superar a quebra de 699 mil dormidas de turistas residentes no estrangeiro.

Este resultado reflecte, designadamente, aumentos de 574,7 mil dormidas de residentes na Irlanda, que foi o mercado europeu que mais cresceu em pernoitas, de 493,7 mil dormidas de residentes no Reino Unido, 458,5 mil de residentes nos Países Baixos, 417,3 mil de residentes em França, a que se somam aumentos de 582,7 mil de residentes em outros países europeus.

Os dados do INE espanhol especificam que a hotelaria teve um aumento de 12% das dormidas da União Europeia a 27, ou seja sem incluir o seu mercado doméstico, atingindo o total de 52,16 milhões, que são +12% ou mais 5,59 milhões que em 2019, pré-pandemia.

Esta evolução dos emissores da União Europeia reflecte um aumento do número de turistas chegados aos estabelecimentos espanhóis em 15,2% ou 1,74 milhões, atingindo o total de 13,22 milhões, parcialmente contrariado por um decréscimo da estada média e 2,8%, para 3,9 noites.

O mercado português, de acordo com os mesmos dados, cresceu 12,9% em hóspedes e 15,4% em dormidas face a 2019.

A hotelaria espanhola teve alojados no primeiro semestre deste ano 822,8 mil turistas residentes em Portugal, mais 94,3 mil que em 2019, os quais realizaram 1,95 milhões de dormidas, mais 261,4 mil que pré-pandemia.

Ver também:

Estados Unidos também são ‘farol da recuperação’ da hotelaria espanhola

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