John Rodgerson, CEO da companhia de aviação brasileira Azul, declarou hoje estar “muito animado com o período sazonal mais forte que temos pela frente”, depois de salientar a melhoria de ocupação no segundo trimestre.
A informação da companhia fundada e presidida por David Neeleman, ex-accionista de referência da TAP, indica que no segundo trimestre teve uma subida da taxa de ocupação face ao ano anterior em 1,2 pontos, apesar de ter aumentado a capacidade (em ASK) em 8,4%, porque a procura (em RPK) cresceu ainda mais, tendo um aumento em 10%.
Relativamente ao período homólogo pré-pandemia (2º trimestre de 2019), os dados da Azul indicam um crescimento do tráfego23% face a um aumento de capacidade em 29,5%, pelo que nesta comparação a taxa de ocupação dos voos este ano cai 4,2 pontos, para 79,9%, com decréscimos de 4,2 pontos em voos domésticos, para 78,4%, e de 2,2 pontos em internacionais, para 85,3%.
Para o conjunto do primeiro semestre, os dados publicados pela Azul indicam crescimento da procura em 24,6% face a 2022, com +26,4% em voos domésticos e +19% em internacionais, e em 13,9% face a 2019, neste caso com +0,6% em voos domésticos e +108,1% em internacionais, mas queda das taxas de ocupação, em 3,3 pontos, para 79,7%, no conjunto da rede, com -3,9 pontos nas rotas domésticas, para 78,6%, e -0,8 pontos nos internacionais, para 83,9%.
Os dados da Azul mostram que a companhia teve no mercado 129,7% da capacidade em ASK que tivera no primeiro semestre de 2019 e a procura atingiu 124,6% dessa fase.




