A Costa Cruzeiros está optimista para o seu desempenho este ano e confiante de que 2023 será o ano em que voltará aos volumes pré-pandemia, afirmou o director de Marketing para Espanha e Portugal, Rafael Fernández.
A empresa, subsidiária da Carnival Corporation, aproveitou a paragem durante a pandemia para renovar itinerários e oferta a bordo.
Entre as novidades introduzidas destacam-se os restaurantes com menus concebidos pelos chefs com estrelas Michelin, Bruno Barbieri, Hélène Darroze e Ángel León.
Foi à mesa de um destes restaurantes, chamado “Casanova”, a bordo do navio Costa Firenze, atracado em Lisboa no dia 10 de Maio, que o director de Marketing da Costa Cruzeiros para Espanha e Portugal conversou com os jornalistas portugueses.
Sem revelar dados e justificando a omissão por representar uma empresa cotada em bolsa, Rafael Fernández afirmou que a procura do mercado português para a Costa Cruzeiros está “muito bem”.
O executivo salientou que os portugueses preferem cruzeiros com partida de Portugal e que “seria bom” aumentar essa oferta. Mas, por outro lado, a Costa Cruzeiros programa voos directos de Portugal para as cidades de onde partem os seus navios, o que representa uma oportunidade “para descobrir o mundo”.
Rafael Fernandéz sublinhou que, no ano passado, a Costa Cruzeiros teve clientes portugueses a viajar pelo Mediterrâneo, em itinerários com saída de Barcelona e de Valência, e pelas Ilhas Gregas, com saídas de Atenas e Istambul.
A companhia também recebeu portugueses nos seus navios que fazem itinerários nos Emirados Árabes Unidos, um tipo de viagem que normalmente é procurado por clientes que já fizeram cruzeiros antes.
O executivo indicou ainda que o produto “Cruise & Golfe” tem vindo a crescer nos mercados português e espanhol. São cruzeiros de uma semana que permitem jogar golfe em vários destinos numa só viagem.
Com as melhorias a bordo dos navios e a introdução de novos itinerários, a Costa Cruzeiros está confiante de que 2023 será o ano em que voltará aos volumes pré-pandemia, afirmou ainda Rafael Fernández.
















