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Schiphol escolhe pagar por passageiro que não voa em vez de a funcionários

O Aeroporto de Schiphol, em Amesterdão, que tem vindo a reduzir o número de passageiros permitidos nas suas instalações devido a falta de staff, vai pagar 350 euros à companhia aérea KLM por cada passageiro que não voe, uma situação que revoltou os sindicatos dos trabalhadores.

A KLM, companhia aérea que integra o grupo da Air France, tem o seu principal hub no Aeroporto de Schipol e além de ter sido obrigada a operar com uma programação reduzida, a direcção do aeroporto reduziu recentemente o número de passageiros diários autorizados, o que levou a mais cancelamentos de voos.

De acordo com a publicação espanhola Preferente, Schiphol anunciou uma redução de 18% do seu número diário de passageiros autorizados até 31 de Outubro. Esta redução de 9.250 passageiros diários deve-se à incapacidade da empresa de segurança de manter a oferta de pessoal que teve em Agosto.

Desta forma, o aeroporto fica a operar com um máximo de 54.500 passageiros diários.
O caos em Schiphol desde finais de Agosto, segundo os sindicatos, deve-se ao cancelamento de um bónus de 5,25 euros por hora atribuído aos trabalhadores do aeroporto e toma agora novas proporções com este ‘bónus por passageiro não voado’ para a KLM.

Actualmente o bónus é de 1,4 euros por hora e Joost Van Doesburg, representante do sindicato FNV citado pelo Preferente, afirmou que os seus trabalhadores conseguem as mesmas condições de trabalho em funções menos stressantes.

O director do aeroporto, Dick Benschop, apresentou recentemente a sua demissão depois do Verão caótico que contou com filas constantes nas instalações de Schiphol.

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