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Web Summit: ocupação dos hotéis de Lisboa baixou, mas o preço subiu

A ocupação média dos hotéis de Lisboa caiu durante os dias da Web Summit em relação ao ano passado, mas o preço médio por quarto subiu, segundo revela um inquérito realizado pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal.

As respostas recolhidas pela AHP indicam que 78% dos inquiridos da cidade de Lisboa registaram uma taxa de ocupação superior a 81% nos dias da Web Summit, o que corresponde a uma quebra de 19 pontos percentuais face ao ano passado.

Na Área Metropolitana de Lisboa (AML), incluindo a capital portuguesa, 71% dos hoteleiros tiveram uma taxa de ocupação superior a 81%, um decréscimo de 22 pontos percentuais face ao ano passado.

Contudo, o preço médio por quarto durante a Web Summit alcançou os 237 euros nos hotéis da cidade de Lisboa, mais 13% que na edição do evento em 2022 e mais 53% que em 2019, pré-pandemia.

A hotelaria da AML, incluindo a da capital portuguesa, alcançou um preço médio por quarto de 221 euros, mais 15% que em 2022 e mais 56% que em 2019.

Os dados apresentados hoje em vídeo-conferência pela vice-presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, mostram que 78% dos inquiridos registaram uma estada média de duas a três noites durante o período da Web Summit, que decorreu entre 13 e 16 de Novembro.

Os EUA lideram entre os mercados emissores durante este período, com 59% dos inquiridos a responder que os norte-americanos estiveram no seu Top3 de mercados durante a Web Summit, mais 7 pontos percentuais que em 2022.

Segue-se Portugal, com 41% dos inquiridos a incluir no seu Top3 durante a Web Summit, mais 8 p.p. que em 2022; Reino Unido, com 39%, menos 12 p.p.; Alemanha, com 28%, menos 5 p.p.; Brasil, com 24%, menos 1 p.p.; Espanha, com 23%, igual a 2022; e França, com 19%, menos 24 p.p.

Os dados da AHP indicam ainda que a Booking foi o canal de reservas mais utilizado para as estadas em Lisboa durante a Web Summit (48% dos hotéis de Lisboa; 50% dos hotéis da AML); seguindo-se o website próprio (29% Lisboa; 38% AML); e “Outro” (16% Lisboa; 6% AML).

O estudo incluiu respostas de 295 empreendimentos hoteleiros associados da AHP, 77,4% deles da cidade de Lisboa e 22,6% da AML.

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