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Portugal foi o emissor para Espanha com segundo crescimento mais forte em Maio

O número de turistas residentes em Portugal que chegaram a Espanha em Maio aumentou 26,2% em relação ao ano passado, no que foi o segundo aumento homólogo mais forte do mês, a seguir aos Estados Unidos, cujas chegadas subiram 38,8%.

Os dados publicados hoje pelo INE espanhol indicam que o país recebeu em Maio 8,2 milhões de turistas residentes no estrangeiro, com um aumento em 17,6% ou 1,22 milhões em relação ao mês homólogo do ano passado, mas apenas 3,8% ou 299,1 mil acima de Maio de 2019, pré-pandemia.

O primeiro emissor foi, como é habitual, o Reino Unido, com 1,82 milhões, +10,4% ou mais 171,9 mil que no ano passado, mas ainda 6,5% ou 126,7 mil abaixo de Maio pré-pandemia.

Seguiram-se França, com 1,15 milhões, em alta de 24,1% ou 224,3 mil em relação ao ano passado e de 13,1% ou 133,5 mil em relação a 2019, e Alemanha, com 1,06 milhões, +8,7% ou mais 85 mil que no ano passado, mas -2,2% ou menos 23,6 mil que pré-pandemia.

Além do Reino Unido e Alemanha, também ainda estão abaixo do mês homólogo de 2019, pré-pandemia, as chegadas dos Países Baixos (392,9 mil, em baixa de 7,9% ou 33,7 mil) e dos Países Nórdicos (349,1 mil, em baixa de 19,1% ou 82,5 mil).

Dos emissores que superaram as chegadas pré-pandemia sobressaem a Suíça, com +37,2% ou mais 48,8 mil, para 179,9 mil, os Estados Unidos, com +27% ou mais 92,8 mil, para 436,9 mil, Portugal, com +18% ou mais 28,7 mil, para 188,1 mil, Bélgica, com +16,7% ou mais 34,1 mil, para 238,2 mil, bem como os conjuntos “Resto da Europa), com +15,6% ou mais 96,1 mil, para 712,1 mil, Resto América, com +35,7% ou mais 133,8 mil, para 508,6 mil, e Resto do Mundo, com +23,6% ou mais 96,9 mil, para 507 mil.

Para o conjunto dos primeiros cinco meses deste ano, o INE de Espanha indica que o país recebeu 29,17 milhões de turistas, ficando ainda 0,4% abaixo do período homólogo de 2019, pré-pandemia, embora com aumento em 27,9% em relação ao ano passado.

Portugal é o oitavo emissor neste período, com 936,9 mil, +34,1% que no ano passado e +8,7% que em 2019, pré-pandemia, depois do Reino Unido, com 5,77 milhões, França, com 3,93 milhões, Alemanha, com 3,73 milhões, Países Nórdicos, com 1,85 milhões, Itália, com 1,64 milhões, Países Baixos, com 1,37 milhões, e Estados Unidos, com 1,29 milhões.

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