A Tivoli Hotels & Resorts, comprada pelo grupo tailandês Minor em 2016 e gerida pelo NH Hotel Group na Europa, será a nova marca do La Caleta Resort em Tenerife, anteriormente operado pela marca Sheraton.
O empreendimento, localizado na Costa Adeje, é propriedade da European Hospitality Opportunities, uma joint-venture entre fundos geridos pela Santander Asset Management e a Signal Capital Partners Limited.
O resort, que está a ser renovado e deverá abrir na Primavera de 2023, será gerido pelo NH Hotel Group através de um acordo de gestão.
A empresa, segundo um comunicado, pretende que a gastronomia seja um dos pontos fortes da experiência no La Caleta Resort, designadamente através da colaboração com o chef português Olivier da Costa.
Um dos restaurantes será o Yakuza, com propostas que misturam “os sabores mediterrânicos com a tradição oriental do sushi e do sashimi”.
Outras opções serão o Guilty, com “uma oferta casual food num espaço jovem e cosmopolita”, e o Beach Club, “um ponto de encontro sob o sol quente das Canárias, que incorporará na sua carta alguns dos pratos mais conceituados da gastronomia da ilha”.
Após a renovação, a unidade hoteleira de 5-estrelas terá 284 quartos, incluindo 20 suites, quatro restaurantes, dois bares e dez salas de reuniões.
O resort terá ainda três piscinas, um centro de fitness, campos de ténis e de paddle e um Anantara Spa.
“A estreia da Tivoli Hotels & Resorts em Espanha, com um resort tão característico como o La Caleta em Tenerife, permite-nos dar um passo estratégico, juntando este destino aos já existentes para a marca em Portugal, no Brasil, no Qatar e na China”, afirmou o CEO do NH Hotel Group, Ramón Aragonés, citado no comunicado.
O executivo sublinhou ainda que no futuro “será uma prioridade” expandir a marca Tivoli “através de resorts de alta qualidade”.
A nota de imprensa indica que a Tivoli começou em 1933 em Lisboa e “é conhecida pelo seu património cultural e pela ligação genuína a cada destino”.
A Tivoli foi vendida em 2016 pelo Grupo Espírito Santo ao Grupo Minor International, por 194 milhões de euros, numa altura em que tinha 12 hotéis em Portugal e dois no Brasil.
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